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segunda-feira, agosto 31, 2009

Help

Já reparei que desde que comecei a relatar neste espaço as aventuras da minha gravidez ganhei novas leitoras. Mães apaixonadas que através das mais variadas palavras me têm dado muita força e confiança. Pois então mamãs, ajudem-me lá: haverá assim alguma loja na zona da Grande Lisboa com muitos carrinhos de bebé em exposição? Não me apetecia nada estar a escolher coisas de catálogo. Quero ver um que tenha alcofa e o ovinho que também dá para o carro. Um assim maneirinho, catita, fofo, modernaço. Nas lojas onde tenho ido há sempre poucos modelos e os mais giros são já de passeio e não dão para o meu pequenote, que entretanto já está um matulão com mais de um quilo e meio. Hoje as enfermeiras disseram-me que em breve posso experimentar dar-lhe mama. Ui, lá estou eu outra vez a contar os dias. Mas vá, venham de lá essas dicas que bem preciso.

sexta-feira, agosto 28, 2009

Com a cabeça nas nuvens

E dava muito trabalho por uma vez que fosse que a noite aqui em Mafra não estivesse nublada? Marte andou a pavonear-se em todo o seu esplendor e no meu céu, nicles. Não se faz, pá.

terça-feira, agosto 25, 2009

Um mês já lá vai


O Rodrigo é um valente. Não é só ele, pois pelo que tenho percebido junto dos prematuros, estes bebés são mesmo uma força da Natureza e muitas vezes quando nós, os crescidos, perdemos a esperança, eles lá arranjam maneira de nos surpreender.
É isso que o meu filho tem feito. Uma luta do caraças ao longo do último mês. Chiça, já passou um mês. Parece que foi ontem e já lá vão mais de 30 dias desde que ele nasceu.
E pronto, o puto charila, do alto dos seus 1363 gramas, já deixou os cuidados intensivos para a sala dos intermédios. Escusado será dizer que eu e o pai chorámos como uns desalmados perante a notícia. Eu mais desalmada do que ele, é certo.
O Rodrigo já conhece de cor os cantos desta sua incubadora T0 onde uma linda ovelha de peluche o acompanha. E estou convencida que todos os dias aguarada ansiosamente que as portinholas redondas se abram para uma pequena conversa com as mãos da mãe e do pai. Depois segue-se o colo (tão bom), a muda de fralda e de volta ao T0, que o baby já está cansado.
Em princípio, mais um mês antes de vir para casa. Só mais um mês.

sábado, agosto 22, 2009

Coisas ao contrário

Eu é que estou a precisar de reforçar as minhas necessidades calóricas por estar a tirar leite e o meu gajo é que parece insaciável. Come como se não houvesse amanhã, todas as noites promete que no dia seguinte é que vai começar a dieta e neste momento é muito pouca a roupa que ainda lhe serve.
Pena é que não se vingue em frutas, legumes e essas coisas que fazem os olhos bonitos. Só come merdas e, sem entrar em grandes pormenores, basta dizer que já não é a primeira vez que me diz: "Não quero comer muito ao jantar que depois vou comer pipocas, tá?". Oi?

quinta-feira, agosto 20, 2009

Iupiiiiii. Fui à praia

Ah pois fui. Arranjei um tempinho pela manhã e lá fui, louca, para a minha prainha de estimação. Que saudades eu tinha daquela areia que quase faz sangrar a planta dos opés e que faz muito boa gente andar de forma ridícula, de tão grossa que é.
O meu gajo carregou com a bela da cadeirinha para não ter de andar a forçar a costura da cesariana e, por enquanto, os bíquinis ainda ficaram na gaveta. Optei por um fato-de-banho de grávida que tapa a barriguita (que ainda tá para aí de três meses) e tudo correu muito bem. Quatro horinhas que fizeram aqui a menina feliz.

quarta-feira, agosto 19, 2009

1222 gramas...

Eu tenho dois amores.

segunda-feira, agosto 17, 2009

E para quando...

... umas fichas eléctricas no areal da praia para que eu não tenha de me vir embora ao fim de quatro horas para tirar leite? É que enquanto o meu filho não vem para casa não fazia mal apanhar uma corzina e livrar-me de uma vez por todas dos comentários sobre a minha palidez. Epá, estive de cama desde Março e fiz uma cesariana ainda nem fez um mês. O que é que queriam? Que estivesse com aquele tom dourado à manas Jardim?

quarta-feira, agosto 12, 2009

A verdadeira bandalheira



É assim que está a minha vida meus amigos: uma autêntica bandalheira. Os meus dias resumem-se a comer, dormir, tirar leite e ir ao hospital. Amanhã? Comer, dormir, tirar leite e ir ao hospital.
A casa está imunda, as roupas vão-se acumulando, a comida já escasseia e as toalhas da casa-de-banho precisam mesmo de ser mudadas.
Ando esgotada, ah pois ando. Adormeço em qualquer cantinho e ando meio assoberbada. Não me lembro das palavras certas a usar, a cama e a almofada são as minhas melhores amigas e ando a viver estes dias em versão piloto-automático. Custa-me horrores mexer uma palha e a preguiça para acordar de quatro em quatro horas durante a noite para tirar leite é cada vez maior.
Nos pequenos momentos de lucidez ponho-me a pensar o que seria de mim se o Rodrigo estivesse cá em casa. Sim, porque se agora ando assim, queria ver como seria se tivesse de cuidar de um recém-nascido, se o baby tivesse vindo comigo para casa. E já nem me ponho a imaginar o que seria a versão gémeos. Enfim, eu sei que tudo se faria na mesma, porque já aprendi que as forças se vão buscar a sítios obscuros e que na hora H tudo se consegue.
O Rodrigo lá está no seu T0 com vista para o helioporto do Santa Maria. Está a apenas 80 gramas do peso com que nasceu (que foi 1190) e já não é o caçula da la dos cuidados intensivos. Ontem deram entrada duas gémeas giraças com 24 semanas e que não param de olhar para o meu rapagão. Sim, rapagão. Já deixou o mecónio e já faz cocó à homenzinho, já não anda em tronco nu e já chora sem parecer um gatinho. Os pulmões continuam a desenvolver-se e acredito que para a semana já respire com mais energia e sem ajudas. A ver vamos. Para já, uma certeza muito pouco suspeita: o Rodrigo é o bebé mais lindo da neonatologia.

quinta-feira, agosto 06, 2009

A habituar-me aos passos atrás


As enfermeiras bem me vão dizendo para não me angustiar, que é mesmo assim, é tudo normal, ele ainda é muito pequenino. Mas a verdade é que não consigo esconder a tristeza quando vejo que se deu um passito atrás. E elas, queridas, reforçam a ideia de que vai ser assim até ao fim, para me ir habituando, um dia é um passo à frente, no outro, pode ser um passo atrás.
O Rodrigo tem feito muitas apneias e voltaram a ligá-lo a uma máquina que o ajuda a não esquecer-se de inspirar e expirar quando adormece profundamente. E apesar da médica me assegurar que tudo isto faz parte da prematuridade dele, sinto muita vontade de chorar. E choro. E visto-me de castanho e preto sem me aperceber (que horror, fui mesmo mal vestida para o hospital. Onde é que eu estava com a cabeça?). E depois o Rodrigo está com uma anemia. E elas, tão queridas, a dizerem que é normal nos bebés como ele, para não me preocupar, que vão fazer uma transfusão de sangue e que tudo fica bem. O coração volta a apertar e os recantos para se deixar escapar mais umas lágrimas são escassos, no meio de tanta agitação clínica.
Hoje, lá estava o meu filho. A recuperar bem mas com tubos que eu já julgava arrumados a um canto. Enfim, há que ter muita força e paciência. Amanhã será um daqueles dias de passito à frente. Eu sei que sim.

E é o regresso à loucura do dia-a-dia

E eis que as dores vão desaparecendo e eu vou regressando à vida. Já fui jantar com amigas (que saudades), já fui ao supermercado (meu Deus, como é que o gajo consegue sobreviver sem nada na despensa e sem fruta e sem azeite e sem leite), ao cabeleireiro (como estava a precisar) e para a semana a parte mais entusiasmante: comprar mobílias e outros mimos para o quarto do baby.

segunda-feira, agosto 03, 2009

Coisas do estômago

Dêem-me bofetadas fortes, pontapés nos rins, ponham-me um adesivo bem forte na boca. Mas por favor, alguém me salve desta fome constante e que alguém ponha termo aos assaltos ferozes que faço à comida. Não estou com forças para conter-me e começo mesmo a ter medo de me aproximar da cozinhs ou de qualquer outro espaço onde existam coisas comestíveis. Não quero mesmo engordar e não sei como pôr um ponto final nesta minha versão enfardadeira que já não distingue refeições, porque as cola umas às outras. Vergonha.

domingo, agosto 02, 2009

Um valentão, é o que é!


Um quilo e quarenta gramas. Este é o peso actual do Rodrigo, que tem mostrado nestes 13 dias de vida que está cheio de vontade de desbravar terreno. Para já, a incubadora que o mantém a uma temperatura de 37 graus e o protege de todos os estímulos stressantes, vai sendo o seu refúgio de ouro, onde ele se deverá manter por pelo menos mais um mês.
O momento mais ansiado do dia é aquele em que atravesso o corredor estreito da Unidade de Cuidados Intensivos de Neonatologia (onde estão os prematuros) de olhos postos na incubadora lá do fundo, a última, para me certificar de que o bebé continua lá, que está tudo bem, que se mexe e que não tem tubos nem máquinas novas. E então respiro de alívio, desinfecto-me, visto a bata, e atravesso a porta de vidro que me vai fazer chegar bem perto do Rodrigo. A evolução tem sido enorme e todos os dias eu e o maridão temos boas surpresas. Primeiro passou a respirar sozinho, depois deixou de precisar de ajuda para fazer cocó, a seguir deixou o soro para começar a beber do meu leite, aumemtaram-lhe a dose e ele tolerou, o papá estreou-se em recebê-lo no colo a sentir o seu acelerado coraçãozito, e hoje mudei-lhe a fralda.
Tão bom. Ó puto charila, tu engorda-me para vires depressa para a tua casa, que isto de sair todos os dias do hospital sem te trazermos nos braços parte-nos o coração. Ah, e isto de andar a acordar de quatro em quatro horas para dar de mamar a uma máquina também não tem graça nenhuma.

quarta-feira, julho 29, 2009

Já sou mãe!

Mais valia ter estado calada. Pus-me a queixar disto e daquilo e toma lá. Mas vamos ao início. O post anterior foi escrito a dia 19. Dia 20, desde o final da tarde e durante toda a noite, tive umas dores do género moinhas menstruais abaixo do umbigo. No dia seguinte, a 21, e já a estranhar as tais dorzinhas não passarem, decidi ligar à minha médica. “Deve ser alguma alteração ao nível do colo do útero. Venha cá ao hospital porque temos de vigiar isso”. “Hum… pronto, mas doutora, as dores não têm regularidade e não são assim muito fortes. Eu estou em Mafra, acha mesmo que é melhor ir, é isso?”. E foi isso.
Os meus pais chegaram a minha casa para me darem o habitual almoço e lá lhes disse que tinha sido aconselhada a ir, mais uma vez, às urgências. Tomei banho, almocei peixe frito com arroz de tomate e lá fomos para mais uma trivial viagem para as urgências, a menos stressante das tantas que já tínhamos feito com perdas de líquido e de sangue pelo meio.
Já com o médico, deitei-me na marquesa para o exame ginecológico. Meteu-me o chamado bico de pato e ficou com cara de parvo a olhar lá para dentro. Perguntei-lhe o que se passava, para não me esconder nada. “Não se assuste, mas eu estou a ver aqui um pé”. Isso mesmo, um dos bebés, o que tinha pouco líquido, estava com pressa de sair e decidiu dar o ar da sua graça às 27 semanas com um pé a espreitar no meu colo. Perplexo, o médico pediu-me de imediato autorização para chamar uns colegas para ver aquilo e tirar uma fotografia ao “fenómeno” com o telemóvel. Deitada, eu mal conseguia pensar no que estava a acontecer e o meu coração pulava que nem louco ao aperceber-me que tinha chegado a hora. E a hora era definitivamente cedo demais. Eu devia estar com uma cara que o médico sentiu-se na necessidade de explicar: “Esteja descansada que não vou apanhar a cara”. Eu queria lá saber da foto, eu já só pensava que ia ser mãe naquele momento e que quando voltasse a cruzar-me com os meus pais na sala de urgências era para lhes dizer que iam ser avós.
As lágrimas escorriam-me pela cara, mas pararam na sala de partos, tal era o estado de pânico em que eu estava. Levada pela minha hipocondrice, entrei por ali dentro a dizer que tinha isto, e aquilo, ah e cuidado também que sofro disto e (a melhor) almocei peixe frito com arroz de tomate, isto não me pára a digestão?
Em trinta minutos e já com a epidural dada dava-se início à cesariana. Primeiro saiu o Tomás, o que tinha pouco líquido, com pouco mais de um quilo, depois saiu o Rodrigo, com um quilo e cem gramas. Uns ratitos lindos que ainda tive a oportunidade de espreitar quando nasceram, mas que foram logo levados para serem preparados para as incubadoras. Passadas oito horas, e enfrentando várias dificuldades respiratórias e deformações físicas, o Tomás acabou por não resistir. Passo à frente os sentimentos e as emoções que ainda agora em mim vivem e o que eu em maridão passámos a tratar de coisas tão opostas como certidões de nascimento, e de óbito, subsídios de nascimento, e funerais.
Ficou o Rodrigo. Um bebé lindo que está a reagir muito bem à vida e para o qual cada dia que passa é uma vitória. Em apenas oito dias, já respira sozinho, já faz cocó, está a ganhar peso e a única coisa que está por ultrapassar é aprender a comer sozinho. Médicos dizem que está para muito breve.
Custa muito estar em casa sem ele, mas todos os dias o Rodrigo recebe a visita dos papás no hospital, bem como boas doses de leite, que retiro de três em três horas com uma bomba. Sem estar à espera, a minha vida mudou. Sou mãe e agora só penso no dia em que o Rodrigo vai poder vir para casa. E sem dar conta, lá continuo eu a riscar os dias no calendário.

E com toda esta história, confirmei que sou mesmo uma mariquinhas do caraças. Sofri horrores com as dores da cesariana e chorei em desespero enquanto as colegas de quarto faziam mortais encarpados com os bebés equilibrados na cabeça e os analgésicos esquecidos em cima da mesa. E eu em lágrimas, a rastejar aos pés das enfermeiras para me encherem as veias de morfina e me porem a dormir. Uma fraquinha, portanto.

domingo, julho 19, 2009

Porque só damos importância às coisas quando não podemos tê-las: coisas que quero fazer quando deixar o repouso

Ir comer caracóis a uma esplanada que eu cá sei na Ericeira;
Ir comer uma mariscada a Ribamar;
Ir comer... (estou a brincar, já chega de comidas), ir com a família à Praia Fluvial de Freixo de Espada a Cinta e a uma que é não sei quê do Mato, em Abrantes;
Dar um mergulho no mar e apanhar conquilhas na maré baixa, de preferência na Ilha de Tavira;
Comprar coisas para o quarto dos babys, que estou a zeros (ui, vai ser bonito);
Arranjar a arrecadação;
Comprar um móvel de exterior para pôr as vassouras e as esfregonas que andam à solta ao pé do churrasco;
Pintar o cabelo;
Arranjar os pés;
Aproveitar um voucher que tenho para depilação definitiva;
Conduzir à maluca sem destino (saudades do volante);
Cozinhar como se não houvesse amanhã, tenho tido tantas ideias para receitas novas.

sábado, julho 18, 2009

Que dia é hoje?

Um dia igual aos outros. Zzzzzzzz.

sexta-feira, julho 17, 2009

Ui

Vamos lá ver no que dá esta brincadeira das bolachas Maria e dos Cornetos de morango. Hoje fiz a análise do açúcar e tenho medo, muito medo dos resultados, porque sei que não me tenho portado muito bem.

Para fazer o exame saí de casa e confesso que já não consigo estar muito tempo em pé ou a andar. Deve ser de estar há um mês deitada. Os ossos da bacia dóem e os putos charilas carregam-me muito a bexiga quando estou na vertical.

E pronto, já estou outra vez deitadinha, neste meu quarto catita que não me tem defraudado nestes dias de repouso. Quem também não vai certamente defraudar e que quer distância do repouso é a minha querida Boop, que após uma paragem regressa ao blog para contar as suas histórias.

E para terminar, notícias ainda melhores: babys fazem hoje as 27 semanas! Iupiii.

quinta-feira, julho 16, 2009

Gosto!

Para quem não conhece, este rapaz chama-se João Manzarra e tem sido aposta recente da SIC como apresentador. Começou por entrar no casting para o Curto Circuito, ganhou, e em pouco tempo pôs a um canto caras já conhecidas da estação.
O rapaz tem muita piada, sem ser ridículo ou inconveniente. Gosto! Tem pinta, faz-me rir e aquele sentido de humor que nos faz soltar a gargalhada no silêncio do quarto.

quarta-feira, julho 15, 2009

Os meus dias de há três semanas para cá

07.00 - Despertar para comer quatro bolachas Maria. Volto a dormir;
09.00 - Marido traz pequeno-almoço à cama, inclui sempre iogurte e pão. Volto a adormecer até às 11.30 e não torno a dormir mais durante todo o dia;
12.00- Levanto-me pela primeira vez da cama para ir tomar banho e volto a deitar-me;
13.00 - Pais ou marido entram em casa com almoço feito e chamam-me à mesa quando está tudo pronto. Como, lavo os dentes e deito-me na cama. Antes de irem às suas vidas, deixam-me ao lado da cama um saco térmico com o lanche e tudo o que preciso para esse dia, como revistas, água, remédios, telemóveis, computador...;
17.00 - Sento-me na beira da cama e lancho. Inclui sempre um iogurte e uma sandes. Volto a deitar-me;
18.30 - Como algumas bolachas Maria;
20.00 - Marido ou pais dão-me o jantar e volto a deitar-me;
22.30 - Marido traz-me à cama um chá, que bebo com algumas bolachas Maria;
24.00 - Por esta hora, já estou mais para lá do que para cá e acabo por adormecer.

As horas na cama são passadas a ler, a ver televisão e aqui no computador. Felizmente, entretenho-me sozinha com alguma facilidade.

Esta noite vou trocar as camisas de dormir e os pijamas por um vestidinho de grávida, pois o meu pai faz anos e o bolo é apagado na minha casa. Se Maomé não pode ir à montanha...

terça-feira, julho 14, 2009

segunda-feira, julho 13, 2009

Slogans que tal (PSD)

"Nunca baixamos os braços"

porque passamos a campanha aos abraços,
quer dizer não são bem abraços, é mais um encostar ao de leve acompanhado de duas pancadinhas repetidas e amistosas no ombro, para salvaguardar a devida distância.