Visitas

sábado, janeiro 13, 2007

Feriados que tal


- Então pá, 'tás bem? Esse Natal?

- Olha, passou-se… e o teu?

- Foi fixe… prendas à maneira, uns quilinhos a mais, sabes como é…

- E na passagem de ano? Foste para onde?

- Fiquei por cá, isto anda mau pá, não se pode gastar muito…

- Eu também, arruinei-me com as prendas de Natal. Tenho é de começar a pensar no Carnaval…

- Então?

- Então, para não deixar as cenas para a última.

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Estômago: Proibida a entrada a maiores de 150 Kcal.

RAP

Eu já lhe achava graça e já lhe tinha topado a capacidade intelectual para ir mais além do que dizer simplesmente que gosta disto e não gosta daquilo. Mas ontem, na Grande Entrevista com Judite de Sousa, o Ricardo Araújo Pereira arrebatou a minha total entrega e admiração.
Ele sabe do que fala e era capaz de ficar a ouvi-lo naquele registo menos “palerma” durante horas e horas. Pena é que no lado feminino não haja por aí um protótipo semelhante para estarmos – nós mulheres – tão bem representadas como eles estão neste momento. Ok, temos a Joana Amaral Dias que também é gira e inteligente... mas falta-lhe aquela graça!

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Quem és tu de novo? *

«Quando a janela se fecha
E se transforma num ovo
Ou se desfaz em estilhaços
De céu azul e magenta
E o meu olhar tem razões
Que o coração não frequenta
Por favor diz-me quem
És tu de novo

Quando o teu cheiro me leva
Às esquinas do vislumbre
E toda a verdade em ti
É coisa incerta e tão vasta
Quem sou eu para negar
Que a tua presença me arrasta
Quem és tu na imensidão
Do deslumbre

As redes são passageiras
Arquitecturas da fuga
De toda a água que corre
De todo o vento que passa
Quando uma teia se rasga
Ergo à lua a minha taça
E vejo nascer no espelho
Mais uma ruga

Quando o tecto se escancara
E se confunde com a lua
A apontar-me o caminho melhor
Do que qualquer estrela
Ninguém me faz duvidar
Que foste sempre a mais bela
Por favor diz-me que és
Alguém de novo»


* ... já que hoje (e sempre) estamos numa de Jorge Palma!

Duas ideias para esta noite...

Porque a animação não tem lugar só nas noites de fim-de-semana...este blog sugere que esta noite dêem um pulinho até ao Music Box, no Cais do Sodré (ao pé do Jamaica) para ouvir Jorge Palma que vai lá estar com o inseparável Flak e com Micro Audio Waves. O show começa às 23 horas e a entrada deve andar nos seis euros com direito a uma bebida.

Para os mais caseiros, não percam a terceira temporada de Dr House que arranca hoje na TVI.

Bela quinta-feira, não?
Coração: Reservado o direito de admissão

terça-feira, janeiro 09, 2007

A melhor traduçao dos ultimos tempos! (desculpem, nao tenho acentos para titulos)


Que as más traduções às vezes nos tiram do sério, não é novidade nenhuma. Mas há uma que eu não consigo deixar passar em branco.
Há uma série a passar na Dois, penso que à quarta-feira, que se chama “Bones”. No fundo é a história de uma antropóloga forense que escreve romances nas horas vagas. Em cada episódio há sempre um crime e ela resolve o caso através da análise dos ossos.
Até aqui tudo bem, não se desse o absurdo caso de ela chamar-se Bones. Pois é, os tradutores não vão de modas e toca de traduzir o nome da senhora para Ossos. Uma coisa linda, não é?!! Está ela lá no laboratório a analisar o esqueleto e entra o polícia amigo dela do FBI e pergunta: “Então Ossos, já descobriste alguma coisa nesses ossos?” Tal e qual. Ridículo, no mínimo… ou como diria o meu amigo Zé Castelo Branco “redículo”.
Era a mesma coisa que no Dr. House os ajudantes se virarem para o médico e dizerem “ó doutor Casa, temos aqui mais uma doença rara”; ou na mítica série do Kit o carro virar-se para o dono e dizer “ó Miguel Noite vamos lá a mais uma corridinha maluca!”
Enfim, eles continuam com a deles que eu continuo com a minha. Esta coisa de chamar Mrs. Ossos à senhora não cabe na cabeça de ninguém e só dá para rir. Em Espanha como é, Chica Oessos?!

sábado, janeiro 06, 2007



« Será que um optimista é alguém deprimido que não se suicida ou, pelo contrário, ele não se suicida porque é tão pessimista que acredita que o que o espera na morte ainda é pior?... »

Miguel Poiares Maduro in Crónicas de um peixe fora de água

sexta-feira, janeiro 05, 2007

A menina quer!

Apesar de já sabera música de fundo de cor, também quero ter o Buzz!!

Quer dizer... antes dava jeito ter a própria Playstation, mas uma coisa de cada vez.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Direito de resposta dos ouvintes da Radio Voz de Alenquer

Porque o Coisas que Tal não é mau e tem sentido democrático, publicamos aqui os comentários que foram feitos ao post escrito em Dezembro sobre a Rádio Voz de Alenquer com o mesmo destaque que o referido post teve.

A opinião dos nossos leitores acima de tudo e, já agora, de ressalvar que, pela primeira vez na história deste blog, as reacções atravessaram fronteiras, pois até da Ásia nos chegaram comentários.

É caso para dizer: Na malta de Alenquer ninguém mete a colher!

“Ana será o seu nome, o meu é Cambeta e vivo na Ásia gosto de ouvir a rádio Alenquer e fiquei bastante aborrecido pelo comentário que teve a infelicidade de escrever, pois cada rádio tem o seu publico e seu modo de trabalhar, a senhora é muito péssimista e além do mais faz apreciaões nada agradáveis, penso que a sua vida é pessima pois é pessimista demais. Viva a sua viuda e deixe viver os outros, pois pelos comentários que posso ler nesse blogue vejo que é má, obrigado e use outras canetas mais finas.”

“Saber viver é digno de pessoas de boa vontade, pessoas que só sabem criticar por criticar não estã inseridas na vida e isso o prova pelos vossos escritos. Abram seus corações e façam sim criticas construtivas, mas penso que nem isso sabem fazer porque tenhais um coração empedrecido e isso é mau, mas paciência, no Julio de Matos devem haver doente com mais senso comum que vós.”

“(...) O programa emite, porque há pessoas como vocês (que nem pilinha têm para brincar) que precisam de se entreter... afinal o sol quando nasce é para todos! =]”

“Anonimo venho de ler o comentario sobre a radio de Alenquer e seus programas. Pois tenho a dizer que é para muitas pessoas que partissipam uma terapia e quém escreveu nao deve saber o que é ser ouvinte pois ouvintes nem todos sabém selo, e é verdade que serta locutora talv^rs nao tivesse cido simpatica com algum ouvinte mnas saiba que eu mesmo como emigrante ouço a radio e a felicitei pois ouvintes sem escrupulos nao sabém viver. Agora falando de Dina e Dora pois se enganao visto serém de muoto boas locutoras que estao à escuta dos ouvintes e sao muito profissionais no que fazém. Tomaria muita gente ter a mesma garra que elas têm e tenho ditoescrito a 2-1-07.”

“Mais um comentãrio paravós de um outro ouvinte, pois a vós de Alenquer é a companhia de muitas pessoas idosas, necessitadas de companhia, de muitos que trabalham a noite, de muitos doentes que se sente bem ouvido a rádio, no entando existem gosto para tudo quem não a quiser ouvir somente terá que rodar o botão e talvez apreciei mais musicas pimpas e outras conversas que eu também respeito, agora o modo insultuoso como o fizeram não é justo, não é uma brincadeira como respondeu esse senhor, pois antes de fazer mos as coisas devemos pensar um pouco mais e ser mos mais humanos, referi ao JM Pura e simplesmente porque eles nunca escreveriam coisas dessas. Sou um português longe de minha pátria assim como tantos outros e as radios de Portugal nos trazem conforto e criamos amizades, será essa palavra tão bela que não deverá existir no vosso vocabulário. Tenham juízo por favor e façam comentários que sejam positivos.”

“Eu me chamo Cambeta escrevi esse comentário um pouco pesado é certo, pois não ireia concordar de forma alguma como a forma que o fizeram, peço desculpa se os ofendi, mas o fiz simplem~smente não em modos de brincadeira, mas sim para os chamar *a atenção e terem um pouco mais de conseredação por pessoas que labutam e fazem o melhor que podem e sabem, é só, vos desejo um bom ano.”

E para terminar o slogan: Rádio Voz de Alenquer, a força total à música nacional!

Viva a Exponoivos!

Não há nada como termos tudo junto no mesmo sítio. E não há nada melhor para uma jovem noiva casadeira do que ter uma feira enooooorme com tudo, tudo o que é preciso para a grande boda!
Pois é, ao contrário de anos anteriores, nesta Exponoivos eu vou estar lá. E, uma vez que ainda não tratei de absolutamente nada, vou aproveitar para trazer muitos folhetos, tirar muitas ideias e aproveitar milhentas promoções. Bom, não é?
Anos houve em que tive de ir à feira em trabalho. E como eu gozava com aquilo na reportagem. Os jovens casais com discussões de meia-noite por causa de um ou outro pormenor piroso e as sogras mesmo atrás a exigirem tudo e mais alguma coisa e a fazerem questão de serem elas a decidir tudo só porque são elas que pagam!
Enfim. Este ano calha-me a mim, este ano sou eu a noiva e estou contente. A sensação que tenho é aquela que sentíamos quando não havia centros comerciais e tínhamos que andar a palmilhar de loja em loja à última da hora para comprar presentes de Natal. Então não é muito melhor ir a uma grande superfície e comprar tudo no mesmo sítio? É sim senhora!
É o que eu vou fazer este fim-de-semana. E caros colegas jornalistas. Se algum de vocês for lá em trabalho, livrem-se de pegar em mim e no meu noivo como fonte de inspiração. Livrem-se!!

domingo, dezembro 31, 2006

Balanço que tal



- Se calhar devia fazer um balanço, pá. Contabilizar as perdas e os ganhos, percebes?

- Perdas, dizes bem… A perca é um peixe. Não me canso de repetir.

- Epá, sinto que devia estar a matutar decisões de Ano Novo… coisas importantes, entendes?

- Como não como passas, não tenho de me preocupar com os 12 desejos, detesto-lhes o sabor.

- Pois, e esta altura do fim dum ano, o fim dum ciclo, como as coisas na Natureza, pá. Percebes o que eu te digo do balanço?

- Balanço, sim Sr. Não tenho feito outra coisa na vida, aliás.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

É o meu último dia útil do mês de Dezembro, é a minha última sexta-feira do ano, é o meu último dia de trabalho de 2006, é o meu último ano como solteira... Ufa! São muitas despedidas para uma mulher só!

Bom 2007 e continuem connosco!

quinta-feira, dezembro 28, 2006

A realidade como obra de ficção

Às vezes pergunto-me porque se escrevem tantos livros, peças de teatro e argumentos de filmes se a vida é a maior comédia de enganos e o ser humano o seu mais competente fingidor.

quarta-feira, dezembro 27, 2006

Ultimato

Isto devagarinho vai!
A minha empresa prometeu-me os quadros se, entre outras coisas, conseguir chegar às 10. Acontece que estava a entrar já depois das 11 e desde ontem que a coisa tem vindo a melhorar.
Ontem consegui correr e passar o cartão antes das 11, tipo dois minutos, e hoje consegui esse meu grande objectivo de estar dentro da empresa um minutinho antes das 10h30. Não está mau, mas ainda não está como eles querem.
Isto é como os alcoólicos anónimos: um dia de cada vez. Amanhã tenho que chegar às 10h20 e até Janeiro tenho que dar o meu máximo para que o cartão passe no segurança às 10 em ponto.
Eu acho que vou conseguir, mas de qualquer forma arriscava em perguntar se não existe por aí ninguém que me possa dar uma mãozinha a atrasar os relógios aqui da central. Enfim...é só uma ideia.

terça-feira, dezembro 26, 2006

Natal remix

Hoje Mafra acordou mais bonita!
Elas saíram à rua com os seus conjuntos novos de cachecol e gorro a condizer.
Eles com o pullover com a gola em bico e a caneta nova pendurada no bolso de trás das calças.
O fim do Natal tem ainda estes restos de alegria: o de sair à rua com as coisas novas!

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Ora então um grande FELIZ NATAL para todos

Algum dia tinha que ser

Acordo, arranjo-me num pulo e agarro no carro porque já estou atrasada para o trabalho.
Hoje nem perdi tempo a fazer o pequeno-almoço em casa porque qualquer minuto de atraso pode significar a não-renovação do meu contrato de trabalho.
Como também não passo sem comer, decido parar no café mais próximo da minha casa para comer qualquer coisa. Um lugar vago no estacionamento. Páro. Desligo o motor e quando estou a sair do carro sinto uma pancada de um outro carro do lado do pendura. Olho para o lado e tenho uma gaja com cara gorda a conduzir um Toyota Yaris que decidiu enfiá-lo na minha porta.
Merda! É caso para dizer, não é? E eu disse mesmo. Saio do carro para ver os estragos e o que vejo não é nada agradável. O pára-choques da tipa está a amolgar a minha porta e ela tenta insistentemente voltar à posição inicial para não fazer mais estragos, mas os nervos com que ela está fazem com que deixe ir o carro abaixo milhentas vezes.
Eu estou do lado de fora, em sofrimento, a ver o carro dela a ir um bocadinho para trás, e mais um bocadinho para a frente... e para trás, e para a frente. Constantemente a torturar a minha porta e eu a encolher-me toda e a serrar os dentes como se aquilo me estivesse a aleijar. A verdade é que estava.
Vejo que a senhora está nervosa e prontifico-me a tirar-lhe o carro dela de dentro do meu. Responde-me com maus modos a dizer que não, que consegue...Tudo bem. Quem sou eu minha senhora?!
Lembro-me que estou enervada com toda aquela situação e dou conta que estou em jejum e que ainda não tomei o meu comprimido sagrado da manhã. Tiro-lhe a matrícula e entro no café para comer. A senhora, da janela do carro, ainda me diz: “Tinha logo que estacionar aqui!!” Pois, a culpa ainda era minha! para além de não saber conduzir ainda tem graça.
Lá comi um desenchabido pão com queijo e um sumo de laranja para voltar ao cenário que, não só me estava a estragar a porta do carro, como também os meus minutos preciosos de trabalho.
Os nervos passam, a senhora assume a culpa, o meu pai chega, o marido dela também e acabamos os quatro numa mesa dentro do café a desejar Feliz Natal uns aos outros.

E assim como quem não quer a coisa, um Bom Natal também para todos aqueles que nos lêem e que interagem connosco. O Coisas que Tal vai continuar por aqui e prepara-se já para entrar em mais um ano na blogosfera.

quarta-feira, dezembro 20, 2006

Radio Voz de Alenquer

Já não há muitas como ela e é de morrer a rir! Estou a falar da Rádio Voz de Alenquer, na frequência 83.50.
É daquelas regionais mas que consegue ser fabulosa de tão má que é, principalmente de madrugada. Eu passo a explicar.

As locutoras – a Dina ou a Dora – são absolutamente conservadoras, têm piadas de bradar aos céus e às vezes conseguem ser muito mal educadas com os ouvintes. Agora que estamos no Natal a Dora gosta muito de dizer uma graçola que é assim: “Se sacrificamos o peru porque é que a missa é do galo?”. Estão a ver o nível, né?

Os programas têm sempre duas linhas telefónicas, uma que acaba em 822 e outra em 842. Então elas passam o tempo todo a dizer: “Bom dia 822?” E do outro lado responde alguém, sempre velho, sempre chato, e a falar muito baixinho e sem quase se perceber. Terminada a conversa com esta diz então a locutora: “Bom dia 842?” E lá se continua com o mesmo. A madrugada toda!

Depois há uma coisa muito estranha que é o facto dos ouvintes serem sempre os mesmos e parecerem que se conhecem uns aos outros. Sinistro! A Milai e o Cambeta estão sempre em antena.

Os ouvintes pedem então as músicas e fazem dedicatórias que nunca mais acabam. Mesmo a sério... nunca mais acabam!

Enfim, uma loucura, experimentem ouvir e não percam as noites de karaoke, penso que é à sexta. Para ouvir sempre se madrugada!

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Tenho um problema com o Natal

E pronto, estamos precisamente a uma semana do Natal e eu já fiz cerca de 20 tentativas para comprar todos os presentes que quero oferecer aos que me são mais queridos, sem resultado.
O problema não são as enchentes que por esta altura abundam nas superfícies comerciais – isso com um empurrãozinho ali e outro acolá vai ao sítio – mas antes um grave problema de auto-controlo que todos os anos descamba no mesmo.
Passo a explicar. Saio de casa, né? Levo o cartão, essas coisinhas todas e começo a entrar nas lojas como se não houvesse amanhã. E quando dou por mim já me esqueci por completo que estou ali para comprar coisas para os OUTROS e não para MIM! Pois é, o filme é sempre o mesmo, depois de uma tarde inteira de shopping chego a casa carregada de sacos, sendo que apenas aquele mais pequenino com uns sais de banho da Body Shop é que não é para mim.
Uma desgraça! É que gasto o subsídio de Natal a renovar o meu guarda-roupa, a minha videoteca e os meus produtos de cosmética, e para oferecer... nada!
Falta uma semana para o Natal e faltam-me comprar vários presentes, em compensação, já tenho roupas diferentes para todos os jantares de Natal que tenho marcados ao longo da semana e para o dia 25 tenho uma toilette para a parte da manhã, outra para depois de almoço e um conjunto absolutamente arrepiante para a noite.
Então mas isto tem jeito?