É um tempo de mudanças neste blog.
Não falo do fim de ano que se aproxima: o Coisas que Tal anda mesmo com a casa às costas.
(Anette em Mafra e Gui em Sintra)
É um tempo de acartar móveis, pôr água nos canos e luz nos tectos, comprar electrodomésticos, de decidir o que pôr onde e como…
E também um tempo de maior ausência destas páginas mas com vontade de voltar.
A todos um Bom Nataa-al !!
Que em 2008 saibam sempre o que pôr onde e como…
Espaço sobre tudo e mais alguma coisa, que isto de ter cantinhos muito específicozinhos sobre coisinhas pode ser, vá, esquisito
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sábado, dezembro 22, 2007
sexta-feira, novembro 23, 2007
sexta-feira, novembro 09, 2007
Que fazer?
O que é se faz, o que é que se diz ou para onde é que se olha, quando o tique do colega do lado é pôr-se a olhar para a janela com ar aluado enquanto tira macacos do nariz? Dias e dias nisto. Irra!
Bom fim-de-semana. Ouvi dizer que a Zambujeira vai estar cheia de gajos grossos.
Bom fim-de-semana. Ouvi dizer que a Zambujeira vai estar cheia de gajos grossos.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Tiraram-me as medidas
Segunda opção de título: “Falta-me um bocadinho assim”.
Na verdade, e como vos contei ontem, fui à minha costureirinha tirar medidas para que ela inicie esse trabalho lindo que vai ser o meu vestidito de noiva.
Confesso que esta coisa das medidas para mim é nova. Tenho a mania das dietas? Sim. Gostava de ser mais magra? Sim. Mas o único controlo que faço é pesar-me. Ponho-me em cima da balança e já está. Não me lembro de antes ter pegado numa fita métrica para me medir.
Pois isto tudo para vos dizer que de top model só tenho a anca. (Desilusão, não é?) 86 centímetros, sem tirar nem pôr. Quanto ao resto... bom, quanto ao resto, atrevo-me e assumo aqui publicamente que há muito trabalhinho pela frente. Estão recordados da fórmula típica de uma top model de sucesso, não é? Os míticos 86-60-86. Pois que aqui com a gordinha é mais 102-76-86. E que bem que fica dizer 102 em vez de um metro e dois de peito (!!) e, vá, a cintura (se é que se pode chamar a isto cintura) é de 76 centímetros, mas assim com a fita métrica bem apertadinha. Dá que pensar, não dá?
Pior, pior é estar sempre a ouvir os nutricionistas dizerem-me que com exercício isto vai. E eu triste, a responder deste lado, que não posso transpirar, que o meu suor é tóxico e que vou passar o resto da vida sem gotejar... e com uma barriga ENORME, daquelas que superam em muito a volta de um metro e meio que a fita métrica dá. Ó vida cruel.
Na verdade, e como vos contei ontem, fui à minha costureirinha tirar medidas para que ela inicie esse trabalho lindo que vai ser o meu vestidito de noiva.
Confesso que esta coisa das medidas para mim é nova. Tenho a mania das dietas? Sim. Gostava de ser mais magra? Sim. Mas o único controlo que faço é pesar-me. Ponho-me em cima da balança e já está. Não me lembro de antes ter pegado numa fita métrica para me medir.
Pois isto tudo para vos dizer que de top model só tenho a anca. (Desilusão, não é?) 86 centímetros, sem tirar nem pôr. Quanto ao resto... bom, quanto ao resto, atrevo-me e assumo aqui publicamente que há muito trabalhinho pela frente. Estão recordados da fórmula típica de uma top model de sucesso, não é? Os míticos 86-60-86. Pois que aqui com a gordinha é mais 102-76-86. E que bem que fica dizer 102 em vez de um metro e dois de peito (!!) e, vá, a cintura (se é que se pode chamar a isto cintura) é de 76 centímetros, mas assim com a fita métrica bem apertadinha. Dá que pensar, não dá?
Pior, pior é estar sempre a ouvir os nutricionistas dizerem-me que com exercício isto vai. E eu triste, a responder deste lado, que não posso transpirar, que o meu suor é tóxico e que vou passar o resto da vida sem gotejar... e com uma barriga ENORME, daquelas que superam em muito a volta de um metro e meio que a fita métrica dá. Ó vida cruel.
terça-feira, novembro 06, 2007
Algo vai mal
Quando a coisa mais excitante do dia passa por assistir ao debate na Assembleia entre Sócrates e Santana Lopes algo vai mal não é?
Posso parecer maluquinha, mas estou curiosíssima para ver que tipo de atitude Santana vai adoptar neste regresso à linha da frente. Ui, que vai ser tão bom!
Preparativos (falta menos de um mês): ensaio de penteado e provas do vestido.
Posso parecer maluquinha, mas estou curiosíssima para ver que tipo de atitude Santana vai adoptar neste regresso à linha da frente. Ui, que vai ser tão bom!
Preparativos (falta menos de um mês): ensaio de penteado e provas do vestido.
quarta-feira, outubro 31, 2007
Muito depressa para dizer que...
... está tudo bem comigo, tirando ter trabalho até ao pescoço, ter coisas extra trabalho para fazer até ao pescoço, não ter tempo até ao pescoço. Bom feriado!
sexta-feira, outubro 26, 2007
Estou loira
Opá, não percebo esta coisa que agora se fala da fusão entre o BCP e o BPI. O que é que isso quer dizer? Por exemplo, a minha tia Ermelinda tem conta no BCP, eu tenho no BPI, com a fusão eu vou ter de dar o meu código a ela, é isso? “Ó tia, empreste-me lá o seu cartão BCP que a máquina comeu-me o meu”, também vamos poder fazer isto? Opá não percebo nada e também não sabem explicar muito bem as coisas. E depois o ministro vem dizer que o Governo não sabia de nada, que não meteu o bedelho, e eu como sou loira acredito porque, como sou loira, já me esqueci que há apenas oito meses atrás o BCP teve essa brilhante e estruturada ideia de lançar uma OPA sobre o BPI. Ai, que a minha cabeça já está cansada...
Nota: Depois do caos que a visita do Putin provocou no trânsito em Lisboa e – imagine-se – em Mafra (sim, o senhor foi lá) os condutores deixaram de se insultar com a expressão “ó seu filho da p*ta!”, para passarem a dizer: “ó seu filho de putin!”
Nota: Depois do caos que a visita do Putin provocou no trânsito em Lisboa e – imagine-se – em Mafra (sim, o senhor foi lá) os condutores deixaram de se insultar com a expressão “ó seu filho da p*ta!”, para passarem a dizer: “ó seu filho de putin!”
quinta-feira, outubro 25, 2007
Cambada
É inacreditável como se consegue dar a volta às questões para proveito próprio.
Ontem à noite vinha no carro a ouvir a rádio Miramar (sim, eu oiço rádios deprimentes) e vinha um senhor brasileiro da Igreja Universal do Reino de Deus a explicar umas passagens da Bíblia. E prestem bem atenção ao que este senhor dizia em tom empolgado. Que quando Jesus disse “não condenais e não sereis condenados, perdoai e sereis perdoados”, se referia a gestos unicamente espirituais (Pois, pois, que bonito). Mas que quando Jesus disse “dai, e recebereis em dobro de volta”, já falava em termos materiais (é preciso ter muita lata para se conseguir fazer na boa este tipo de interpretação!) e por isso tinha que se ofertar a Deus. Como? Deixando dinheiro lá no altar. (Dah!)
Este senhor terminava a sua palestra contando, indignado, que havia fiéis que nem o dízimo pagavam (prisão para essa gente, não?). É ou não é vergonhoso que a liberdade de crença tenha ido parar aqui? É ou não é ainda mais deprimente imaginar que existem pessoas a viverem uma fé que depende da quantidade de dinheiro que dão a estes senhores?
Mas estes gajos pensam que a malta é parva ou quê?
PS: Por falar em coisas parvas, eu e noivo já temos sofá. Nada mau, hã?!
Ontem à noite vinha no carro a ouvir a rádio Miramar (sim, eu oiço rádios deprimentes) e vinha um senhor brasileiro da Igreja Universal do Reino de Deus a explicar umas passagens da Bíblia. E prestem bem atenção ao que este senhor dizia em tom empolgado. Que quando Jesus disse “não condenais e não sereis condenados, perdoai e sereis perdoados”, se referia a gestos unicamente espirituais (Pois, pois, que bonito). Mas que quando Jesus disse “dai, e recebereis em dobro de volta”, já falava em termos materiais (é preciso ter muita lata para se conseguir fazer na boa este tipo de interpretação!) e por isso tinha que se ofertar a Deus. Como? Deixando dinheiro lá no altar. (Dah!)
Este senhor terminava a sua palestra contando, indignado, que havia fiéis que nem o dízimo pagavam (prisão para essa gente, não?). É ou não é vergonhoso que a liberdade de crença tenha ido parar aqui? É ou não é ainda mais deprimente imaginar que existem pessoas a viverem uma fé que depende da quantidade de dinheiro que dão a estes senhores?
Mas estes gajos pensam que a malta é parva ou quê?
PS: Por falar em coisas parvas, eu e noivo já temos sofá. Nada mau, hã?!
segunda-feira, outubro 22, 2007
Modernices
Um casal sai de carro para jantar com ele ao volante. Pergunta: No regresso quem é que traz o carro?
Resposta: Ainda ele. Segundo o acordado entre ambos, era a noite dela apanhar a bebedeira.
Resposta: Ainda ele. Segundo o acordado entre ambos, era a noite dela apanhar a bebedeira.
sexta-feira, outubro 19, 2007
Karmas
Sempre vivi com metas. Passo o Verão a pensar nas férias, Novembro a pensar no Natal, Abril a pensar nos meus anos, as semanas a pensar no fim do mês e passo os dias a pensar no fim-de-semana.
Mas quando a sexta-feira chega, desce sempre sobre mim uma angústia tremenda porque tomo consciência de que naqueles dois míseros dias não vou conseguir fazer metade das coisas a que me propus ao longo da semana. Ir ao cinema, jantar com amigos, cabeleireiro, ir às compras... enfim, e outras coisas de carácter ainda mais pessoal cujo interesse público para o blog é duvidoso.
A verdade é que farto-me de fazer planos mentais e de criar expectativas em relação ao sábado e ao domingo que se aproximam e sai tudo furado. Porque as manhãs são mentira, porque acordo já em cima do almoço e fico só com a tarde e noite para desbundar. Porque sou hipocondríaca fico sem poder fazer montes de coisas durante as quatro horas de digestão do almoço (por exemplo, cabeleireiro fica de parte porque ao lavarem-me a cabeça posso morrer) e porque a noite já me cansa, acabo por enfiar-me num sítio escuro qualquer em frente ao dvd. Depois chega então o domingo, esse dia verdadeiramente estúpido que mesmo com sol não convence. O dia em que uma vozinha maléfica a ecoar na cabecita não pára de nos recordar a todo o segundo “amanhã já vais trabalhar, amanhã acordar cedinho é que é bom!”. E fico nisto... ininterruptamente, há 30 anos. Xiça!
Mas quando a sexta-feira chega, desce sempre sobre mim uma angústia tremenda porque tomo consciência de que naqueles dois míseros dias não vou conseguir fazer metade das coisas a que me propus ao longo da semana. Ir ao cinema, jantar com amigos, cabeleireiro, ir às compras... enfim, e outras coisas de carácter ainda mais pessoal cujo interesse público para o blog é duvidoso.
A verdade é que farto-me de fazer planos mentais e de criar expectativas em relação ao sábado e ao domingo que se aproximam e sai tudo furado. Porque as manhãs são mentira, porque acordo já em cima do almoço e fico só com a tarde e noite para desbundar. Porque sou hipocondríaca fico sem poder fazer montes de coisas durante as quatro horas de digestão do almoço (por exemplo, cabeleireiro fica de parte porque ao lavarem-me a cabeça posso morrer) e porque a noite já me cansa, acabo por enfiar-me num sítio escuro qualquer em frente ao dvd. Depois chega então o domingo, esse dia verdadeiramente estúpido que mesmo com sol não convence. O dia em que uma vozinha maléfica a ecoar na cabecita não pára de nos recordar a todo o segundo “amanhã já vais trabalhar, amanhã acordar cedinho é que é bom!”. E fico nisto... ininterruptamente, há 30 anos. Xiça!
terça-feira, outubro 16, 2007
sexta-feira, outubro 12, 2007
Tique parvo a juntar a um ainda mais parvo que tinha
Olá a todos. Espero que os rapazolas estejam todos muito felizes e contentes e que as gajas tenham perdido três quilos (o mesmo é dizer que estão felizes e contentes).
Regressei do Norte (sim, correu tudo bem) e como já perceberam pelo título apanhei lá um tique. Agora termino todas as frases com a pergunta: “Nunh é?” Tenho uma dificuldade extrema em controlar o ímpeto, mas como diz uma grande amiga minha, antes o “nunh é?” do que o “tás a ber?”
Já não bastava ter a mania de fungar constantemente ao ponto de me perguntarem milhentas vezes se estou constipada ou se dou na branca (não, é mesmo tique), para agora terminar as minhas exposições orais com um ridículo “nunh é?”.
Bom, mas acredito que como veio também vai. Portanto, paciência, nunh é?
Notas:
No Norte come-se muuuuito e bem.
Domino Esposende, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Vila do Conde e Póvoa do Varzim. Se perguntarem por mim, digam que está tudo bem, nhun é?
Ter de levar com o Tino de Rans na discoteca em Santo Tirso versão night é pior do que qualquer um dos tiques que eu tenho.
Regressei do Norte (sim, correu tudo bem) e como já perceberam pelo título apanhei lá um tique. Agora termino todas as frases com a pergunta: “Nunh é?” Tenho uma dificuldade extrema em controlar o ímpeto, mas como diz uma grande amiga minha, antes o “nunh é?” do que o “tás a ber?”
Já não bastava ter a mania de fungar constantemente ao ponto de me perguntarem milhentas vezes se estou constipada ou se dou na branca (não, é mesmo tique), para agora terminar as minhas exposições orais com um ridículo “nunh é?”.
Bom, mas acredito que como veio também vai. Portanto, paciência, nunh é?
Notas:
No Norte come-se muuuuito e bem.
Domino Esposende, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Vila do Conde e Póvoa do Varzim. Se perguntarem por mim, digam que está tudo bem, nhun é?
Ter de levar com o Tino de Rans na discoteca em Santo Tirso versão night é pior do que qualquer um dos tiques que eu tenho.
terça-feira, outubro 09, 2007
sábado, outubro 06, 2007
Refrão modificado pelo namorado
Tenho que virar
A Margarida de pernas p’ró ar
E procurar uma casa
Para namoraaaar
A Margarida de pernas p’ró ar
E procurar uma casa
Para namoraaaar
quarta-feira, outubro 03, 2007
Já naquela altura era só rir! …
Estava hoje a arrumar umas coisas que tal quando descobri um caderno velho, quase só folhas por preencher, amarelecidas pelo tempo.
Lá no meio, encontrei surpreendida, as linhas que se seguem, assinadas pela Maggie (o “nome artístico” de então), com data de 22/02/1996:
Já viste, Guida! Compraste este caderno já escrito… se eu fosse a ti ia agora lá trocar. Podes aproveitar e pedir mais uns trocos aos teus pais para comprar uns cadernitos. O que é que achas?
Lá no meio, encontrei surpreendida, as linhas que se seguem, assinadas pela Maggie (o “nome artístico” de então), com data de 22/02/1996:
Já viste, Guida! Compraste este caderno já escrito… se eu fosse a ti ia agora lá trocar. Podes aproveitar e pedir mais uns trocos aos teus pais para comprar uns cadernitos. O que é que achas?
terça-feira, outubro 02, 2007
Pelos caminhos de Portugal
Ontem cheguei eu de 5 dias no Sul, amanhã parte a Ana uma semana para o Norte.
Quase todo o Portugal percorrido no Coisas que tal.
Quase todo o Portugal percorrido no Coisas que tal.
Vou-me embora
É verdade! Amanhã rumo ao Norte do nosso belo país para investigações secretas de alto risco que metem mulheres em chinelos, buços e almofadas sujas com pêlos de cão. Curiosos? Humm... nada mais posso dizer. Entre Esposende, Vila Nova de Famalicão e Póvoa do Varzim vou tentando mandar notícias. Se não vier cá, têm sempre a companhia da Gui. Até para a semana.
sexta-feira, setembro 28, 2007
Desconfio
Desconfio que o pessoal do atendimento à TMN receba ordens para aguentar o cliente bastante tempo em linha.
Senão vejamos. “Olá bom dia, fala fulano tal, em que posso ser útil?” E nós lá começamos por explicar o nosso dramazinho. Do outro lado interrompe então a pergunta obrigatória. “Eu estou a falar com quem?”. “Com Anette”. A partir daí é Dona Anette para cá, Dona Anette para lá e aqui começam as manobras para que a malta fique tempos infindos com o telefone especado na orelha. Porque damos o número de conta e ouvimos do outro lado. “Importa-se de aguentar um pouco em linha enquanto eu verifico a sua conta Dona Anette?”. Volta passado alguns minutos para perguntar se tenho a factura comigo. Digo que sim. “Importa-se que eu verifique se o que está a dizer é verdade?” E continuam nisto, a verificar, a verificar. E nós a não nos importarmos. Até que aos vinte minutos de chamada e já com a música de espera da TMN enfiada na cabeça suplicamos em nome de todos os santos para que a chamada seja desligada porque já estamos esclarecidos e já percebemos tudo. “Dona Anette, vou pedir-lhe que aguarde mais um pouco enquanto eu verifico se, de facto, está realmente esclarecida”. E andam nisto, até nos levarem à loucura. Não é para desconfiar?
Desconfio também da frase que Marques Mendes escolheu para encerrar ontem a campanha para as directas do PSD: “Estou fresco que nem uma alface". Não, não vou fazer qualquer graça sobre esta tirada.
Senão vejamos. “Olá bom dia, fala fulano tal, em que posso ser útil?” E nós lá começamos por explicar o nosso dramazinho. Do outro lado interrompe então a pergunta obrigatória. “Eu estou a falar com quem?”. “Com Anette”. A partir daí é Dona Anette para cá, Dona Anette para lá e aqui começam as manobras para que a malta fique tempos infindos com o telefone especado na orelha. Porque damos o número de conta e ouvimos do outro lado. “Importa-se de aguentar um pouco em linha enquanto eu verifico a sua conta Dona Anette?”. Volta passado alguns minutos para perguntar se tenho a factura comigo. Digo que sim. “Importa-se que eu verifique se o que está a dizer é verdade?” E continuam nisto, a verificar, a verificar. E nós a não nos importarmos. Até que aos vinte minutos de chamada e já com a música de espera da TMN enfiada na cabeça suplicamos em nome de todos os santos para que a chamada seja desligada porque já estamos esclarecidos e já percebemos tudo. “Dona Anette, vou pedir-lhe que aguarde mais um pouco enquanto eu verifico se, de facto, está realmente esclarecida”. E andam nisto, até nos levarem à loucura. Não é para desconfiar?
Desconfio também da frase que Marques Mendes escolheu para encerrar ontem a campanha para as directas do PSD: “Estou fresco que nem uma alface". Não, não vou fazer qualquer graça sobre esta tirada.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Santanices
Só o nosso Pedro Santana Lopes para abandonar uma entrevista em directo na SIC Notícias por ter sido interrompido pela chegada de José Mourinho a Lisboa. O Santaninha diz que foi uma falta de respeito e toca de abandonar o estúdio. Então mas o que é que aconteceu senhor doutor? É dor de cotovelo pelo brilhantismo que Mourinho conseguiu alcançar ou com essas interrupções já não consegue retomar o seu raciocínio? É certo que a importância ou não dessa interrupção é discutível sob o ponto de vista jornalístico, mas seria preciso uma birrinha tão denunciada? Então o senhor que está há tantos anos na política e que passou metade da sua vida a interromper tudo e todos para argumentar, não consegue respirar fundo, contar até dez e seguir em frente com um sorriso nos lábios? Tsss, tsss.
quarta-feira, setembro 26, 2007
Hoje estou...
... num stress que não tem explicação. Não vou passar estas más energias para vocês. Beijinhos meus grandes queridos, divirtam-se e toca ir comprar o primeiro número da revista Time Out. Um verdadeiro mimo e com tudo, tudinho para fazer em Lisboa. Coisas giras e modernas e assim.
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