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quinta-feira, janeiro 26, 2012

Mas afinal em que ficamos?

Isto a propósito da equipa médica do Hospital de Santa Maria ter indicado no relatório médico do Rodrigo que deveria iniciar de imediato sessões de terapia da fala pelo menos duas vezes por semana. Agora, o Grupo de Intervenção Local de Mafra, que já está a avaliar o Rodrigo, diz que essa terapia é contraproducente e não aconselhada antes dos três anos. Mas então senhores doutores, em que ficamos?

E pronto, lá vou eu procurar uma terceira opinião.

6 comentários:

Anónimo disse...

Boa tarde.
Só hoje descobri o seu blog e por força das circunstância li-o quase todo de uma ponta à outra.
O meu nome é Catarina Almeida, sou Psicóloga e técnica de Intervenção Precoce na InfÂncia e tenho trabalhado com crianças com PEA, estando a fazer a minha Tese de Doutoramento nesta área.
Gostaria de lhe dar uma opinião, se estiver interessada, mas por e-mail. Fica o meu contacto, se quiser, claro: anacatarinarmsilva@gmail.com

Juanna disse...

Bom, o meu sobrinho n falou antes dos 3 anos. Não haverá aí um bocadinho de pressa por parte dos senhores de Sta Maria?

Mel disse...

Olá Mãe.
Também tenho um Rodrigo, com PEA, agora com 8 anos. Começou com terapia da fala aos 3 anos e acho que foi optimo. demorou a falar, só por volta dos 4 anos e meio, mas ia tentando vocalizar e fazendo exercicios de comunicação o que o deixava muito mais tranquilo, sem reagir com "birras" medonhas, como fazia até então.
Hoje está muito bem, no ensino regular. é muito meigo, esperto e vivaço. a intervenção na creche terá de ser pedida junto do agrupamento de escolas da sua zona ( a equipa de intervenção precoce sabe como fazer).
Irá tudo correr bem...Um abraço.

Sara* disse...

Como em tudo o que envolve médicos ou especialistas de que area forem, cada um tem a sua opinião, infelizmente os pais são apanhados no meio e ficam sempre um pouco a toa....
Tenta outra opinião e vai pelo que o teu coração de mãe mandar

Anónimo disse...

Contraproducente e não aconselhada antes dos três anos? Não me faz muito sentido essa teoria, quando aos 3 anos toda a gente sabe que à partida uma criança com um desenvolvimento normal já fala, e já fala muito. E quando isso não acontece, não me venham contar cá histórias de que este falou mais cedo do que o vizinho e aquele falou mais tarde, porque algo se passa e tem de ser avaliada e depois tem de ser feita uma intervenção (e aqui pode entrar vários tipos de intervenção obviamente).
E mais: Quanto mais cedo PEA for detectada melhor pode ser o prognóstico, a evolução tudo. Portanto como se costuma dizer, quanto mais cedo, melhor.
Quer uma terceira opinião?

Hospital Dona Estefânia
Departamento de Pedopsiquiatria
Unidade da Primeira Infância (UPI)

R. Cidade da Beira (R.17)
Bº da Encarnação - Lisboa

Melhores opiniões que em Departamentos de Pedopsiquiatria e Saúde Mental como este sítio não terá.


Rita

Anónimo disse...

Olá!!! Tenho um Francisco com 7 anos e com PEA. Iniciou a terapia da fala aos dois anos e meio por indicação do neurologista.

Não vejo qual o argumento para a "recusa".

Bjinhos
Ângela e Francisco