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sexta-feira, setembro 21, 2007

Equinócio de Outono


Primeiro vem uma brisa que começa a soprar mais forte
e logo se instala diariamente de ventos e bagagens.

As crianças abandonam os baloiços enlameados,
os gelados hibernam nas arcas das esplanadas.

Depois é a noite que invade as ruas com impaciência
a acender os candeeiros mais cedo,

a largar aguaceiros por aqui e acolá,
a lançar casacos para cima dos ombros.

Não tarda nada estão as folhas das árvores a cair,
trazendo o cheiro a castanhas que antecede o natal.

3 comentários:

David disse...

Muito bonito minha querida :)

Nuno Rama disse...

Não duvido da tua capacidade de escrita nem da tua capacidade criativa, todavia, foste tu que escreveste o poema? Um beijo e vê lá se ligas ou mandas sms para não ser sempre o mesmo (quando se lembra, claro)

Gui disse...

Pois que sim, Xô Nuno! Eu lá quero problemas com direitos de autor e conexos heehhehe
Beijos(e na segunda tens razão, hei-de redimir-me)