Espaço sobre tudo e mais alguma coisa, que isto de ter cantinhos muito específicozinhos sobre coisinhas pode ser, vá, esquisito
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quarta-feira, julho 16, 2008
Passwords
Hoje em dia, para tudo e mais alguma coisa, pedem-nos passwords, palavras-chave que temos de criar com x caracteres e que temos de ter a certeza que não nos vamos esquecer delas.
Esta dissertação chega a propósito de há bem pouco tempo ter sido obrigada a fornecer a uma amiga a minha entrada no mail para que me safasse de uma situação. E só nessa altura - no preciso momento em que tive de verbalizar o que até então não passava de umas bolinhas no ecrã que teclava quase sem olhar -, é que dei conta do ridículo da minha escolha.
Bem, na verdade não foi só isso, pois a risota que recebi do outro lado do telefone mal pronunciei a minha password também ajudou a confirmar a tese. “Disseste tal tal tal? Ah ah!”
A verdade é que o contrário também já me aconteceu. Ou seja, ter de ser eu a ouvir as palavras-chave de terceiros e desatar a pensar cá para mim, “ninguém escolhe como password 'filholindo', ou 'aboazuda'. Enfim, as passwords são as nossas carecas e a relação que mantemos com elas é absolutamente tranquila até ao momento em que as temos de partilhar com alguém. Xiça, é que custa mesmo!
terça-feira, julho 15, 2008
O ar da minha graça e só mesmo isso que tenho de ir ali a correr e já volto
A verdade, verdadinha é que eu adoro estas correrias. Amo a sensação do tempo a fugir-me pelos pés, ser quase impossível chegar em meia hora a Lisboa e eu conseguir (não foi M.?), sentir o sangue a ir lá a baixo e depois a vir cá acima e eu nesse segundo já despachei dois textos. I love it!
O pior é mesmo quando se pára. Uma pessoa encosta-se um pouco, agarra num jornal e dá de caras com um despacho da PSP que obriga os polícias a não fazerem piercings, a taparem tatuagens e a não usarem bigodes abaixo do lábio superior. Não é demais? Não é muito maluca esta cena? Estes gajos da direcção nacional da PSP são uns bacanos e têm ideias giras.
Parabéns J. e parabéns M. R. a mãe da T. que agora é mestre!!
segunda-feira, junho 30, 2008
Voltei
A consulta de alergologia correu bem, apesar de ter de fazer uma batelada de exames e de a médica já me ter avisado que deverão ter todos eles resultados inconclusivos. Enquanto isso não acontece, fez-me uma medicação diária para que não volte a inchar. Ou seja, mesmo que esteja exposta ao tal factor "X" que me causa o angioedema (é isto que eu tenho, aleluia já sei o que tenho) este nunca se manifesta. Basicamente enfio uma catrefada de anti-histamínicos que, curiosamente, devo dizer, não me dão uma pontinha de sono, ao contrário do que eu estava à espera.
E pronto, ando muito mais feliz. Agora é só rezar para que o batalhão de exames traga algumas respostas.
Ah, e é verdade, esta médica deu-me uma grande outra alegria (para além de ter dito o que eu tinha), pois explicou-me que posso voltar a fazer exercício físico. Basta fazer a medicação antes. Não é maravilhoso? Queres ver que o Malveira vai ter mais u reforço? Ai tu queres ver?
quinta-feira, junho 19, 2008
É hoje
quarta-feira, junho 18, 2008
Há anos que não me acontecia
Não sei o que é que naquele momento me agarrou à razão, mas a verdade é que estive a milímetros de agredi-la brutalmente, face a todas as injustiças e barbaridades que estava para ali a dizer. Isto já não me acontecia há anos. A última vez andava eu no quinto ano do ciclo. Na minha turma havia uma rapariga muito irritante e que me tirava do sério. Não sei se era por ser um pouco atrasada, eu penso que não porque sempre fui muito tolerante com a deficiência... Houve um dia que tivemos um furo e ela não me largou. Andava ali à minha volta sempre a martelar-me "nham nham nham" e a picar-me os miolos. De tal maneira que às tantas passei-me e voei em direcção a ela para lhe puxar os vcabelos (típico de gaja). Andávamos ali naquela luta quando me comecei a aperceber que estava mais a levar na tromba do que a dar. Tive de dar a luta por terminada porque já estava mesmo a ficar em desvantagem. Escusado será dizer que fui motivo de chacota na escola por ter perdido na luta com a Mónica, a retardada.
Ontem senti esse ímpeto de novo. Mas provavelmente o meu inconsciente lembrou-se desse episódio da adolescência e recuou. Hoje reconheço que o melhor que eu fiz foi mesmo não partir para a violência, mas uma coisa é garantida: eu ia ganhar esta luta!
terça-feira, junho 17, 2008
sexta-feira, junho 13, 2008
E por isso eu digo que este ano calhou bem. Uma amiga muito muito grande (obrigada minha querida) decidiu inaugurar a casa nova de Alfama com uma churrascada na noite das festarolas. Ou seja, estive no coração da confusão, mas protegida por paredes forradas a azulejos, com elevador e tudo! Foi tão bom... enquanto durou.
É que na hora de ir para casa, foi preciso enfrentar a multidão, largar os tiques de princesa à janela e descer ao povo e levar com os encontrões, com a cerveja. Lá fui eu, espetando a cabeça em bicos de pés para perceber quando é que a coisa acalmava. Pelo caminho lá se vão vendo umas caras conhecidas, mas as paragens são sempre muito breves, duas beijocas e toca a andar que atrás vem gente a pisar-nos os calcanhares. A ideia com que ficamos é que ninguém anda nos santos para ficar, mas sim para andar de um lado para o outro sem parar em lado algum, porque é impossível.
Reclamação: Manjericos a sete euros e meio e a dez com direito a cravo de papel é uma roubalheira; Trabalhar na sexta (hoje) só por estar em Sintra é um crime.
Anexo:Comé? Prainha amanhã?
segunda-feira, junho 09, 2008
Tens cara de miúdo reguila assim a atirar para o hobbit, és concentrado porque tens assim esse ar musculado mas em ponto pequeno, e quando corres fá-lo assim com os braços arqueados como quem vai com dois cestos nas axilas. Sempre gostei muito de ti como jogador, mas este sábado ultrapassaste toda esta admiração com aquela jogada do segundo golo. Arrepiei-me e até tive vontade de chorar e só queria que em todos os jogos fizesses aquela rotação. Foi lindo!
Bamboo
Não pode ser verdade. O professor Bamboo acusado de extorquir dinheiro aos clientes? Nã... não acredito nisso! Então só por o senhor pedir 3 mil euritos para resolver problemas de amor e de saúde, como cancros e assim, vão logo acusar o homem de andar a enganar as pessoas? Opá, não há direito! Deixem-nos trabalhar.
Winehouse
Depois da crónica do Ricardo Araújo Pereira na última visão tudo o que escrevesse não teria interesse algum. “Além de lutar por um mundo melhor, Winehouse lutou, e muito, para se manter de pé.”
Camané
O senhor é assim como o Moutinho mas menos musculado e, graças a Deus, não canta de braços arqueados. Mas como ele canta! Esteve impecável, mais uma vez, no espectáculo da última sexta no Castelo de São Jorge e a dupla que fez com José Mário Branco foi muito bem conseguida.
quarta-feira, junho 04, 2008
Todos cupinaupeito!
Não percam tempo que aquilo está a esgotar. Eu já tenho os meus. E tu?
terça-feira, junho 03, 2008
Quem mais?
Já está marcada mais uma consulta de alergologia, daquelas que ninguém chega a conclusão nenhuma... Epá, alguém me arranje um Dr. House para descobrir que raio eu como, bebo, ou cheiro para desatar neste disparate.
É claro que com este episódiozinho, a cabeça de D. Anette já só pensa se vai ter coragem de voltar ao Rock in Rio no próximo fim-de-semana. É que se é alguma coisa no ar, de alguma árvore ou assim, lá vou eu outra vez de charola, e não me apetece nada. Por outro lado, estive lá no primeiro dia e não me aconteceu nada. Ai Meu Deus, o que é que eu faço?
quarta-feira, maio 28, 2008
Adivinha quem voltou
Eu não tenho nada contra essa senhora que faz as gajas magras, mas como eu sou, ui (!), nem obrigada eu tomava aquela coisa.
terça-feira, maio 27, 2008
Aiii
sexta-feira, maio 23, 2008
Resumos
Os planos para um fim-de-semana carregadinho de chuva não são muito fáceis de fazer, principalmente quando o DVD lá de casa está em apuros por estar doente
Perceber que comecei a viajar tarde baralha o meu percurso de vida. Quero fazer tudo ao mesmo tempo, mas as férias e o dinheiro disponíveis não chegam para tudo. Há falhas graves como Londres, Roma e Amesterdão. Depois há aqueles que nos aparecem no cérebro e não saem. Agora estou numa de Auschwitz e Miami.
Lá em casa não podemos ver mais aquela coisa do Geração Scolari. Já da primeira vez tínhamos visto e foi chorar que era um disparate. Emocionamo-nos muito com esta coisa da equipa, das vitórias e também das derrotas. E vimo-nos gregos (chalaça) para aguentar as lágrimas quando o Daniel Oliveira se lembra de dar imagens em slow motion ao som daquela música cantada pela Dulce Pontes onde a senhora atinge tons impensáveis. Somos uns lamechas... mas uns queridos.
Esta noite lá em casa é sopinha, quem quiser aperecer, apareça.
terça-feira, maio 20, 2008
Carta Aberta
Sol? Que é feito de ti? Porque é que não dás o ar da tua graça?
Abraços
sexta-feira, maio 09, 2008
quinta-feira, maio 08, 2008
Coisas do campo
Questão: O que é que é pior do que apanhar logo pela manhãzinha uma dessas carrinhas à frente durante dois quilómetros?
Resposta: A dita carrinha encostar à berma, nós respirarmos de alívio, o cheiro pestilento começar a dissipar-se, e apanharmos com outra carrinha igual à nossa frente, mas com vacas!
terça-feira, maio 06, 2008
Quase me atirei a ela
segunda-feira, maio 05, 2008
Gostei
Já estou de regresso ao trabalho, ou seja, quem tiver fofoca boa para mim é só dizer, que a menina faz o resto. Um beijinho especial para o gajo, que hoje faz anos.
sexta-feira, maio 02, 2008
Adeus 30
Ai senhores, que daqui a poucos minutos entro nos 31 anos. Há os que destestam fazer anos, os que nunca fazem jantares, os que tentam esconder esse dia de toda a gente e que abominam aquela parte em que as pessoas cantam os parabéns para depois de soprar nas velas.
Eu cá não. Desde miúda, sempre adorei comemorar o aniversário. Convido meio mundo para as minhas festinhas, obrigo as pessoas a darem-me os parabéns e chego a apagar as velas duas e três vezes por dia. Cantarem os parabéns para mim é uma alegria enorme e detesto quando começam a acelerar a música, pois quero que a coisa seja bem lenta, para saborear e bater muitas palminhas no fim.
Vou entrar nos 31 com o dever de missão cumprida nos 30. A-do-rei os 30 anos. Verdade que coincidiu com o casamento e mudança para casa nova e essas coisinhas todas boas (ai, a lua-de-mel, quero ir outra vez). Mas os 30 foram mesmo bons... e vai continuar assim, tenho a certeza.
Vou fazer de tudo para manter o meu espírito positivo, continuo com a minha meta de perder quatro quilos (sim, um já foi ao ar) e quero aproveitar os 31 para pôr umas viagens em dia. Depois? Bem, depois logo se vê.
Para já, vamos ao que interessa: presentes. Para os que ainda estão indecisos, fiquem sabendo que não tenho fondue, playstation, não tenho candeeiro à entrada da cozinha, não tenho sanduicheira, nem GPS, ah, e não tenho partes de cima parav a Primavera, nem uma saia de ganga de jeito, nem uma mala amarela, nem o novo cd do Camané, nem uma toalha de praia com estilo, nem pulseiras cor-de-rosa, castanhas e brancas, nem sandálias à romana... Oh senhores, já vou para os 31 anos e ainda me falta tanta coisa na vida.
Bom fim de semana. Divirtam-se à grande que segunda-feira já estamos a trabalhar para ganhar o nosso dinheirinho para depois pouparmos e podermos comprar estas coisinhas todas.
quinta-feira, maio 01, 2008
Modas de praia
Assim, enquanto estive na esplanada fiz uma lista de coisas proibidas para um ambiente de praia e, frise-se, com sol:
- collantes de mousse brilhantes com botas de cano alto (e quem diz de mousse, diz de vidro; e quem diz de cano alto, diz botins);
- baton vermelho e sombra azul (isto aplica-se para a praia e para qualquer outra situação que não seja uma festa de máscaras);
- Cabelo com farripas e demasiado armado (para esplanar pede-se um estilo casual e não de mise de casamento até porque as cristas levantadas fazem sombra para a mesa de trás)
- sandálias com meias (aos camones tudo bem, confesso que até ficam patuscos. Agora, por cá, é proibido)
- Toilettes do género calças vermelhas, com top amarelo, casaco laranja e malinha de mão cor-de-rosa. (Stop! Calma! Cheira à Verão mas é só uma ida à esplanada e não um anúncio a um detergente de roupa que preserva as cores fortes);
- Óculos daqueles redondos e muito pequenos como usava o cego da novela Roque Santeiro (Jesus, como é que ainda há óculos daqueles no mercado?)
Agradecimentos: A todos os que me inspiraram naquela esplanada que eu cá sei.