Depois de tantos dias em repouso, atirada para cima do sofá, tenho medo de ir trabalhar e de ouvir as pessoas cochicharem sobre o meu rabo achatado.
As minhas maminhas não estão grandes, estão naquele ponto de me atacarem a qualquer momento e de forma mortífera.
Sem tempo para ir às compras, a minha roupa neste momento resume-se a dois pares de calças e quatro partes de cima. Que miséria!
Não resisti. Voltei às Tardes da Júlia e arrepiei-me com o tema de hoje: "Não fizeram caso de mim e eu tinha razão!". Assim, com este ponto de exclamação e tudo.
A minha obstetra foi classificada pela minha mãe como "muito moderna" só porque hoje na Praça da Alegria defendeu o sexo na menopausa. Eu acho que a minha mãe estava com vontade de acrescentar: "filha, não se estraga assim a vida às pessoas". É que o meu pai também viu.
Por não estar com muita paciência para andar em pé na cozinha, descobri que a pessoa com quem casei sabe fazer bifes, canja e ovos estrelados.
Espaço sobre tudo e mais alguma coisa, que isto de ter cantinhos muito específicozinhos sobre coisinhas pode ser, vá, esquisito
Visitas
quarta-feira, abril 29, 2009
terça-feira, abril 28, 2009
2.º dia
Hoje acordei muuuuuuuito enjoada. A noite também não foi fácil, diga-se, com uma paragem de digestão ali pelas três da manhã a importunar o meu e o sono dos babys. Um chá quente goela abaixo dado e preparado pelo maridão e a coisa fez-se.
Mas a manhã não foi mesmo nada fácil e ou muito me engano ou este mal-estar pode estar relacionado com um ataque voraz que ontem fiz à despensa e onde as amêndoas de chocolate levaram a melhor. Valeu-me um delicioso churrasco na casa de mamãe e uma tarde bem sossegada, apesar de pouco solarenga aqui para os meus lados, que é a zona Oeste.
Entretanto, tenho passado grande parte do dia a pensar que presente vou querer pelo meu aniversário. Não é fácil escolher entre coisas que me fazem mesmo falta (mas que não têm gracinha nenhuma), e outros mimos que, apesar de supérfulos, me iam arrancar um sorriso de orelha a orelha. Enfim, esta escolha está complicada e o budget não é muito alargado, há que poupar para o que aí vem. Enquanto penso e não penso, vou fazendo mais um zapping na tv. Ui, vidinha chata esta de estar de baixa sem estar doente.
Mas a manhã não foi mesmo nada fácil e ou muito me engano ou este mal-estar pode estar relacionado com um ataque voraz que ontem fiz à despensa e onde as amêndoas de chocolate levaram a melhor. Valeu-me um delicioso churrasco na casa de mamãe e uma tarde bem sossegada, apesar de pouco solarenga aqui para os meus lados, que é a zona Oeste.
Entretanto, tenho passado grande parte do dia a pensar que presente vou querer pelo meu aniversário. Não é fácil escolher entre coisas que me fazem mesmo falta (mas que não têm gracinha nenhuma), e outros mimos que, apesar de supérfulos, me iam arrancar um sorriso de orelha a orelha. Enfim, esta escolha está complicada e o budget não é muito alargado, há que poupar para o que aí vem. Enquanto penso e não penso, vou fazendo mais um zapping na tv. Ui, vidinha chata esta de estar de baixa sem estar doente.
segunda-feira, abril 27, 2009
1.º dia de baixa a sério
E haverá lá coisa mais deprimente do que dar comigo a rir e entretida com as Tardes da Júlia? Ai Jesus, e ainda tenho mais uma semana no sofá e em repouso. Por este andar, lá para quinta-feira já estou a ligar para o Cara ou Coroa para ver se ganho o dinheirinho.
Eh lá... mudança de planos. Eis que Júlia Pinheiro, nem de propósito, introduz o tema "partos que correram mal". Isto para quem está de baixa com gravidez de risco não é lá muito positivo. Lá se vai a Cara ou Coroa, não quero mais nada com esta senhora.
Eh lá... mudança de planos. Eis que Júlia Pinheiro, nem de propósito, introduz o tema "partos que correram mal". Isto para quem está de baixa com gravidez de risco não é lá muito positivo. Lá se vai a Cara ou Coroa, não quero mais nada com esta senhora.
sexta-feira, abril 24, 2009
Tinha de ser...
A minha gravidez tinha de ser um caso clínico, daqueles que merecem reuniões de médicos, pareceres e decisões difíceis. Os meus familiares e amigos gozam de eu ser hipocondríaca, eu até assumo que sou (o que é um passo muito importante), mas a verdade é que o meu historial clínico apresenta por diversas vezes episódios inexplicáveis. Ou seja, eu não sou assim porque quero, eu sou assim porque a vida mo exige.
Assim, e para não variar, a minha gravidez gemelar (gémeos) tinha de ter o seu misteriozinho. Nem me refiro ao caso de um dos babys estar em situação de risco. Isso acontece a várias mulheres e eu não sou nem mais nem menos do que elas. Refiro-me sim de, ao contrário do que era previsto, o bebé ainda estar vivo e estar a crescer a olhos vistos, acompanhando o ritmo do irmão como gente grande. Mas então porque é que não tem o líquido amniótico tão reduzido? Não se sabe. Todas as explicações possíveis são posts de lado com indicadores e análises que mantêm os seus níveis saudáveis. E então estamos neste impasse. Estou em casa, de baixa e em repouso, para daqui a quinze dias (oh God, mais quinze dias!!) fazer nova ecografia para ver como está a evolução dos manos. Confesso que depois de ver a resistência do bebé ganhei uma esperança que não tinha dele ainda poder vir a vingar. Desculpem o blog ter-se de repente transformado numa espécie de diário de uma grávida, mas são estes os pensamentos que me invadem o espírito. De momento, são estas as minhas coisas que tal.
Assim, e para não variar, a minha gravidez gemelar (gémeos) tinha de ter o seu misteriozinho. Nem me refiro ao caso de um dos babys estar em situação de risco. Isso acontece a várias mulheres e eu não sou nem mais nem menos do que elas. Refiro-me sim de, ao contrário do que era previsto, o bebé ainda estar vivo e estar a crescer a olhos vistos, acompanhando o ritmo do irmão como gente grande. Mas então porque é que não tem o líquido amniótico tão reduzido? Não se sabe. Todas as explicações possíveis são posts de lado com indicadores e análises que mantêm os seus níveis saudáveis. E então estamos neste impasse. Estou em casa, de baixa e em repouso, para daqui a quinze dias (oh God, mais quinze dias!!) fazer nova ecografia para ver como está a evolução dos manos. Confesso que depois de ver a resistência do bebé ganhei uma esperança que não tinha dele ainda poder vir a vingar. Desculpem o blog ter-se de repente transformado numa espécie de diário de uma grávida, mas são estes os pensamentos que me invadem o espírito. De momento, são estas as minhas coisas que tal.
quarta-feira, abril 08, 2009
Mãe já sofre
Se não me quisesse armar em gente crescida tinha chorado baba e ranho quando a médica se virou para mim e disse para me preparar. "Um dos bebés pode não vingar. Está a perder muito líquido amniótico". Chorei depois, sozinha, quando recordei as palavras dela a dizer que o mais provável era um dos bebés morrer. E nós ficamos com uma tristeza enorme, daquelas que nos ensina como já são as preocupações de mãe e o que é isso de amor incondicional.Os bebés estão apenas com três meses e já nos pertencem tanto. E por isso custa imenso sabermos que vamos, muito provavelmente, despedirmo-nos de um dos "manos". Mas a Natureza é que sabe e é preciso olhar para os aspectos positivos. O outro bebé está em boas condições e a crescer a olhos vistos. Daqui a 15 dias vejo o que acontece ao outro. E até lá vou fazer voto de silêncio aqui no blog e arranjar forças para acreditar que a Medicina às vezes pode estar errada e que existem soluções inexplicáveis para os problemas que parecem irremediáveis. E ao dizer isto lembro-me logo da minha amiga M. Beijinhos para ela.
segunda-feira, abril 06, 2009
Como comer legumes quando não se gosta mesmo nada de legumes
Tenho de comer legumes, agora mais do que nunca. O problema é que consigo contar com os dedos de uma mão aqueles que consigo comer sem disfarces e sem me vir o vómito à garganta. Que não é uma coisa bonita, que não é. Pois bem, posso dizer que como alface sem qualquer problema, tomate, cenouras e outras folhas como agrião, rúcula ou espinafre desde que seja em cru, numa salada. Esqueçam os pepinos, pimentos e as cebolas (então esta última, não a posso ver nem pintada, mil vezes argh, com todo o respeito).
Acontece que não estou imune à toxoplasmose e tenho de ter cuidados redobrados. Ou seja, o ideal mesmo é conseguir comer vegetais cozidos. E aqui é que a porca torce ainda mais o rabo, porque verdade verdadinha, e aqui só para nós, se eu for a pensar bem, não consigo comer nenhum deles. A solução passa por sopas totalmente em creme e por receitas que eu invento para comer legumes cozinhados que não saibam a legumes cozinhados. Por exemplo, brócolos e couve-flor são regados a limão, bechamel, noz moscada e queijo ralado por cima para conseguirem ter entrada garantida na minha boca. Espinafres e coisas do género verde escura, só mesmo em versão esparregado com muito alho e vinagre. Ah, e consigo também comer espargos de conserva, desde que disfarçados com sal e limão.
E como eu gostava de comer os vegetais à maluca como se não houvesse amanhã. Como me sabia tão bem acompanhar tudo e mais alguma coisa com couve lombardo, nabo cozido ou beringela. Como eu gostava de mergulhar em grão com bacahlau, feijão com carne ou ervilhas com chouriço. Que bom aspecto esses pratos têm e tão mal me sabem. Como eu gostava.
quinta-feira, abril 02, 2009
Que nojo
Estava muito contente com uns ténis da Adidas que o meu gajo me deu, até ter poisado os pés em cima de uma cadeira do trabalho. É que só aí reparei que elss são azul-Impala. Argh!
quarta-feira, abril 01, 2009
Mas porque raio eles não gostam de ver o Dr. Phill, o Supermodels, a Oprah, a Tyra, a Betty Feia, as Feiticeiras ou o Extreme Makeover? Valha-me ele alinhar sempre no Jamie at Home e ter conseguido com que se rendesse ao Skins, na MTV. Esta série é mesmo boa, não é? Ao jeito de Facebook, Anette gosta disso!
quarta-feira, março 25, 2009
Abaixo o chão preto
Não, não tem nada a ver com o que a minha sogra diz e que é mais ou menos: "Ai filha o chão preto não, que vê-se a sujidade toda e depois não fazes outra coisa senão limpar". Vem este texto protestar contra o chão preto e brilhante nas casas de banho públicas. No Cascais Shopping, por exemplo, o chão é desses e as divisórias de uns sanitários para outros são daqueles que não vêm até ao chão. Resultado? Estamos a fazer chichi e a ver a patareca da vizinha do lado através dos reflexos no chão brilhante. E como nós vemos, a vizinha também vê a nossa. É muito desagradável, pois que é. Tento nas modernices senhores.
terça-feira, março 24, 2009
A duas dos três
E porque é que ainda me faltam duas semanas para os três meses de gravidez e já tenho uma barriga de cinco e até já me dão o lugar na fila do supermercado e eu ainda nem estou de três meses. Ai Jesus, que medo do barrigão que me está para aqui a crescer feito maluco.
segunda-feira, março 23, 2009
Censura
A minha empresa faz censura. Na minha empresa controlam-nos o correio electrónico e estão sempre a impor home pages para a Internet com os sites da casa. Bloquearam o hotmail, cancelaram o chat do gmail e agora estão a dificultar as comunicações no chat do facebook. Fazem tudo isto sem darem a cara. Mexem nos computadores das pessoas a partir de uma sala escura que existe no último piso do edifício e controlam tudo o que fazemos. À volta não existem cafés, não se pode sair à rua entre as dez e as cinco e meia, os telefones não têm linha exterior e se nos acontece alguma coisa estamos para aqui esquecidos, sem comunicações e amordaçados.
domingo, março 22, 2009
Vida injusta
Hoje é domingo e estou a trabalhar. É uma verdade triste, mas alguém tem de tocar o barco para a frente. Pena é que não tenha direito a folga, ou seja, amanhã cá estarei de novo, e depois, e depois, e depois, e depois. O fim-de-semana não foi bom, começando pelo facto de se ter confinado ao dia de ontem. A sexta-feira terminou muito mal e por isso o sábado arrancou a meio gás. E para animar ainda mais tudo isto, um jogo de futebol ingrato, com roubos à má fila, a fazer-me lembrar que, por agora, vou ter de continuar a lidar com todo o tipo de injustiça.
segunda-feira, março 16, 2009
Isto de decorarem as salas de espera de obstetrícia com aquelas fontezinhas zen é muito bonito, mas as quedazinhas de água não acalmam nada as grávidas que se esforçam por esquecer que estão sempre com vontade de urinar.
E venham de lá esses dois bebés fortes e rijos que eu e o meu gajo não fizemos a coisa por menos. Aliás, como disse minha amiga e colega de blog Gui, a Oliveira (o meu apelido) não se ficou pela azeitoninha, mas por um verdadeiro olival. Pois que cresça muito vistoso.
E venham de lá esses dois bebés fortes e rijos que eu e o meu gajo não fizemos a coisa por menos. Aliás, como disse minha amiga e colega de blog Gui, a Oliveira (o meu apelido) não se ficou pela azeitoninha, mas por um verdadeiro olival. Pois que cresça muito vistoso.
quarta-feira, março 11, 2009
Compaixão para com a mulher que está grávida

Os dois no carro, à saída do espectáculo Os Produtores.
Eu - Então, gostaste?
Ele - Adorei. O Manuel Marques e o Rodrigo Saraiva vão mesmo bem.
Eu - E da Rita Pereira, o que é que achaste? Achas que ela é bem feitinha?
Ele - Nem reparei no corpo dela, estive assim mais atento às falas.
Não é muito bom?
quarta-feira, março 04, 2009
Já começa
Vocês ajudem-me. Pois que ainda agora começou e já estou a meter o pé na poça como gente grande. Hoje tinha marcado a minha primeira ecografia. Fiz meio mundo mudar as suas vidas para ir de rabo tremido no assento de trás até à clínica. Ia danada, danadinha. Pois que tinha ligado antes para saber se podia levar um dvd para gravar as primeiras aparições da criança e a senhora a dizer-me que não, que o exame que tinha marcado nem dava para ver o bebé. E eu triste, triste, a pensar que me iam estar para aqui a ver os ovários e as trompas e a passar ao lado do pequerrucho. Eu a refilar e a chegar ao balcão e a senhora a abanar a cabeça. “A ecografia que a médica está a pedir não é a que marcou”. Focinho em baixo, orelhas baixas e a rasgar novamente elogios à minha médica e à clínica e a ter de aguentar mais uma semana para saber se está tudo bem. E os meus pais a passarem-se com a forma como eu troco nomes e exames enquanto espero a chegada de um filho. Ui, que isto começou tão bem.
Ai, que nervos
Hoje vou fazer a minha primeira ecografia e perceber se está tudo a postos para a criança continuar a crescer. Como ainda só vou em oito semanas, vai dar apenas para perceber se a fecundação se deu no sítio certo e se não há nada esquisito. Se tudo estiver normal é muito provável que já se consigam ouvir os batimentos cardíacos. Isso é que eu queria! É à tarde, ainda falta uma eternidade. Ui, como o tempo custa a passar nestas alturas.
O que me fazia agora falta era aquele rapaz que fez de repórter nos bastidores do Festival da Canção. Alguém viu? Muito bom aquele estilo de pulga eléctrica fora de si e a tentar ser animado num ambiente mais do que decadente e enfadonho. Onde é que o foram buscar?
O que me fazia agora falta era aquele rapaz que fez de repórter nos bastidores do Festival da Canção. Alguém viu? Muito bom aquele estilo de pulga eléctrica fora de si e a tentar ser animado num ambiente mais do que decadente e enfadonho. Onde é que o foram buscar?
terça-feira, março 03, 2009
Casas rústicas
Eu adoro uma boa casa de campo, ou uma à beira-mar, não importa. Gosto quando a malta se junta e vai passar uns dias a uma dessas casas rasteiras, com um pequeno jardim e um churrasco que há-de ser de uma tia de algum de nós. As chaminés das salas são o máximo, há cabaças penduradas nas vigas de madeira, há mós antigas encostadas à parede e um poço ao ar livre. Normalmente há todas essas coisas com imensa graça e que nos fazem sussurrar ao ouvido do parceiro “bem, mal empregada, olha se isto fosse nosso, fazíamos isto e aquilo...”. Isto porque quase sempre se dá o caso da rusticidade vir acompanhada de muita teia de aranha e muita bicharada. E eu não gosto nada disso. “Olha, este quarto é o teu”. E é o pó em todo o lado, as aranhas que se passeiam, aqueles bichinhos achatados e cinzentos com muitas patas (argh), aquelas mantas que já estão rijas de há tanto tempo ninguém lhes mexer e a um canto umas galochas esquecidas de há dois Invernos atrás. Por muito que a pessoa tente dar um jeitinho, acabamos sempre por nos deitarmos na almofada com a sensação que todas as espécies que habitam por trás da cabeceira e por baixo da cama nos vão devorar durante a noite. Dá essas tias que têm essas casas e que nos emprestam para passarmos uns dias contratarem uma empregada para ir fazendo a manutenção? Dá para providenciar isso?
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Já vos disse...
...que quero muito ter uma menina? Sim, eu sei que o importante é vir com saúdinha e essas coisas todas, mas já agora podia vir sem piloca. As roupas são mais giras, podemos pôr ganchinhos, furar as orelhas (esta estou a brincar). Pronto, queria iniciar a minha jornada pela maternidade com a delicadeza feminina, que eu tão bem conheço. Depois que venha esse rapazola, que já vai ter uma mana mais velha para lhe acalmar os ânimos e a rebeldia masculina. Ai queres sair? Então vais com a tua irmã. Não é muito bom? Pronto, não é preciso dizer que se vier um menino a minha felicidade vai ser exactamente a mesma, com a diferença de que não vou deixar a miúda sair à noite com o mano velho.
Entretanto, completei hoje as sete semanas de gestação e os ataques de pânico foram embora (obrigada, muito obrigadinha) dois ou três dias depois de ter feito as cinco semanas. Neste momento, e apesar da azeitoninha medir para aí uns cinco milímetros e pesar apenas 4 gramas, já tem lábios, língua e, imagine-se, já tem apêndice. E voltando à vaca fria, espero que tenha mesmo apenas um apêndice.
Bom fim-de-semana a todos e que Deus vos acompanhe com toda a sua graça e bem-estar.
Entretanto, completei hoje as sete semanas de gestação e os ataques de pânico foram embora (obrigada, muito obrigadinha) dois ou três dias depois de ter feito as cinco semanas. Neste momento, e apesar da azeitoninha medir para aí uns cinco milímetros e pesar apenas 4 gramas, já tem lábios, língua e, imagine-se, já tem apêndice. E voltando à vaca fria, espero que tenha mesmo apenas um apêndice.
Bom fim-de-semana a todos e que Deus vos acompanhe com toda a sua graça e bem-estar.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Isto vai ser bonito...
Uma hipocondríaca com síndrome de pânico... e grávida! Posso andar a subir às paredes como tenho andado, mas eu vou conseguir ir para a frente e pôr um puto saudável cá fora. Para já é uma azeitoninha abençoada e muito desejada. Adoro-te filho!
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Passa o prémio para cá
Participei num concurso do Dia dos Namorados e estou com fezada de que pode chover algum prémio para este lado. São viagens e coisas assim giras. Com a ajuda do meu grande amigo C. respondi a umas perguntas e criei uma frase com palavras-chave com muito potencial. Vá lá, só desta vez. Nunca ganhei nada pá. Vá lá, vá lá, vá lá. Sei o resultado no dia 14!
Subscrever:
Mensagens (Atom)