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quarta-feira, julho 06, 2011

Fraquezas

Ontem à noite, merda da grossa.

Jantar foi bife de porco frito com puré de batata, seguido de petit gateau. Como se já não bastasse tanto disparate junto às dez da noite, ainda fui fazer um balde de pipocas com sal para ver o episódio de Donas de Casa Desesperadas gravado segunda-feira. Opá, ó Zé, tu hoje vem jantar a casa porque assim vai tudo pelo cano. Ai vai, vai, que hoje então ando só a pensar em feijão com arroz. Imagina... feijão com arroz, à noite.

sábado, julho 02, 2011

E a brincar já foram cinco quilos embora. Faltam três para ficar como eu quero. Pronto, confesso aqui que perdi cinco quilos enquanto o gajo perdeu 19!!! Sim, ele tem a grande vantagem de gostar muito de legumes e não adorar gelados, crepes, pão, manteiga, arroz, batatas, pipocas e bolos como eu. Tem essa vantagem de facto.

terça-feira, junho 21, 2011

Agenda

. hoje começa o Verão. E agora?
. o Rodrigo faz hoje 23 meses. É começar já a pensar na festa dos dois anos.
. às 14 horas, na RTP 2, Sociedade Civil, o tema é prematuros e parece que vão falar do meu pirralho.

segunda-feira, junho 20, 2011

Na praia

A propósito de no fim-de-semana passado ter ido à praia com o Rodrigo, não haverá no mercado algo parecido com um parque, uma vedação, uma cercazinha, para a praia, não? Algo que deixe a criança fofa a brincar num espaço de areia mais confinado, sem termos de andar quilómetros ININTERRUPTAMENTE ao ponto de já nem sabermos onde tínhamos o chapéu. Não há, não? Sacana do puto não pára um segundo para relaxar. Quais baldes, quais conchinhas, quais carapuça. Põe-se em marcha e aí vai ele.

quinta-feira, junho 16, 2011

A minha odisseia pelas escolas

E pronto, já começou. A minha primeira hipótese, a que queria mesmo, era a escola da Santa Casa da Misericórdia, em Mafra. Escolinha pública, com instalações novas, com mensalidades mais do que acessíveis e “n” boas condições para o pirralho. Mas, como se já não fosse complicado encontrar vaga no público, ainda lhes apareço em Junho. Estão a ver as caras das da secretaria, não é? Bom, estou em lista de espera para 16 vagas e sou o número 154. Motivante, hein? Na entrevista que fiz com a coordenadora pedagógica tentei ao máximo transmitir-lhe o quão importante era o ingresso do Rodrigo, mas não sei se o meu charme vai pegar.
Como alternativa, encontrei a Creche de Mafra, que é semi-pública. A creche funciona para os filhos dos trabalhadores municipais e as sobras podem ser ocupadas com os filhos dos comuns cidadãos como eu. A boa notícia é que há vaga, a má notícia é que só funciona até aos três anos, ou seja, para o ano lá terá o puto de se adaptar a tudo de novo. Nesta creche de Mafra (muito catita e colorida, pareceu-me boa, se houver relatos em contrário, please, digam-me) vou pagar 300 euros por mês, com alimentação incluída, música e ginástica.
Escusado será dizer que há duas noites que não durmo bem só a pensar em coisas que tal que aí vêm. Por exemplo, para fazer a sesta, o Rodrigo até agora só adormece ao colo com alguém a cantar-lhe músicas. Às vezes anda-se nisto mais de vinte minutos. Como é que será na escola? Não vai haver uma educadora de plantão ao meu filho, não é? O miúdo vai-me andar a cair pelol cantos todo roto, a adormecer-me de cansaço às sete da tarde e a acordar às seis porque já dormiu o suficiente?
E a comida? Ele não come sozinho e tudo tem de estar muito bem picado e cortado. A fruta, por exemplo, tem de ser mesmo passada, que quando experimento dar-lhe aos pedaços deita tudo pela boca fora como se lhe estivéssemos a dar cocó.
E há mais, há muitas mais preocupações, daquelas malucas, de mãe. No fundo, sei que tudo vai correr bem e que ele vai acabar por adaptar-se como acontece com toda a gente. Mas enquanto não vejo isso, ando aqui que nem posso. Ai o meu rico menino.

quarta-feira, junho 15, 2011

A consulta de desenvolvimento

É oficial. O Rodrigo TEM de ir para a escola IMEDIATAMENTE.
Esta foi a mensagem da pediatra do desenvolvimento, que diz estar um pouco preocupada com o retrocesso que o baby teve na linguagem, aliado ao facto de manipular os objectos ainda de uma forma muito primária para a idade (23 meses). O Rodrigo já devia empilhar e encaixar coisas e a única coisa que faz é continuar a levar tudo à boca. Por isto, a médica disse que ele deve entrar já na creche, para percebermos se estes atrasos no desenvolvimento são apenas ambientais ou se é outro problema qualquer. E esta parte do outro problema qualquer é que me apoquenta. A pediatra não avançou mais nada explicando que ainda é muito cedo para diagnosticar o que quer que seja. “Vamos pô-lo na escola e depois vê-se”. Entretanto, pediu-me para estar vigilante a actos eventualmente obsessivos, o que me leva a entender que ela pode estar desconfiada de alguma perturbação do desenvolvimento dentro do espectro do autismo. O que ao mesmo tempo me deixa tranquila, não sei explicar, mas acho mesmo que o Rodrigo não tem nada.
Enfim... uma coisa é certa: já começou a correria pelas escolas de Mafra. E depois de Setembro o puto tem dois meses para começar a falar, que é quando tenho nova consulta de desenvolvimento marcada. Mas nada de pressões, nada de pressões.

quinta-feira, junho 02, 2011

A propósito dos pepinos

(Episódio ridículo da minha vida quando ainda não se falava da bactéria E. Coli)

Há cerca de três semanas fui comprar legumes para fazer uma sopa. Andava naquelas semanas da dieta e decidi comprar curgetes para evitar tanta batata no puré. Lampeira, comprei numa embalagem daquelas já pesadas com dois belos exemplares. Pus os outros legumes e quando começo a cortar as curgetes reparo que têm umas pevides que nunca tinha visto antes. Espreitei a medo a etiqueta da embalagem e deparei-me com "pepinos de agrião". Ups. Tinha acabado de comprar pepinos a pensar que eram curgetes, ainda por cima de agrião, seja lá o que isso for. Que vergonha. Mesmo assim, decidi não sucumbir à batata e avancei com a minha sopa com pepinos. Olhem, nem se notou. Impecável. Saborosa. Pronto, admito, um pouco indigesta. Mas cá estou. Fina.

quarta-feira, junho 01, 2011

Ups!

Tenho de arranjar uma escola para o Rodrigo. Os meus pais já têm muito trabalho a controlar a traquinice dos seus quase dois anos (faz para o mês que vem) e já me pesa na consciência ver que ao fim do dia, quando vou buscá-lo, eles estão derreados, a transpirar, numa espécie de euforia tresloucada.
Se por um lado a pediatra diz que era bom ele estar mais um ano com os avós por causa dos bicharocos todos que se apanham na escola e que no caso dele, por ser prematuro, podem virar bichos mesmo muito maus, por outro tenho a sensação que lhe fazia bem estar com outros miúdos e habituar-se a outras disciplinas. De modo que ando a convencer o pai a pô-lo numa escola para o próximo ano. Acho também que era bom para desenvolver a linguagem. O Rodrigo diz três palavras, já chegou a dizer mais, mas deixou de o fazer. E pronto, acho que vou fazer isso. Procurar uma escola. Snif, snif.

quarta-feira, maio 25, 2011

Vejam só como o puto charila está grande


E sem medo de andar. Aliás, na última semana descobriu que existe uma coisa que é correr. Ui, que não sei se o meu coração aguenta. É com cada tangente... e agora a alta velocidade.

terça-feira, maio 24, 2011

Agora tenho duas pessoas na família a dizerem-me que o Rodrigo é hiperactivo.
Bom, de facto o Rodrigo é muito activo, mas penso que ainda é cedo para fazer um diagnóstico desses. De qualquer forma vou falar disso à médica, uma vez que para o próximo mês ele tem mais uma consulta de desenvolvimento, por ter nascido prematuro.
Do que estive a ler, há sintomas que encaixam, mas outros não. Por exemplo, ele dorme onze a doze horas seguidas durante a noite e é capaz de estar sentado (preso, claro) a ver televisão durante uma a uma hora e meia. Um miúdo hiperactivo não faz isto, acho.

quinta-feira, maio 19, 2011

Como o sucesso de uma dieta é relativo

Uma pessoa está de dieta e perde cinco quilos. Uma pessoa vê outras que lhe dizem: “Bem, estás mais magra!” O nosso coração pula de alegria, de orgulho e queremos ouvir mais. “Achas mesmo?” E as respostas saem como facas afiadas. Uma diz: “Sim, noto imenso nas pernas”. A outra responde: “Sim, tens a cara muito mais estreita”. Irra! Mas quais pernas e quais cara? Eu quero é que me falem da barriga, da barriga. Humpf!

terça-feira, maio 17, 2011

help me again

Preciso de uma grávida que tenha passado o Verão com barriga enorme, pernas inchadas e essas coisas aborrecidas da gestação em tempo de férias. Anyone?

sexta-feira, abril 29, 2011

E fico assim

Acabei de ver o casamento do príncipe e fiquei com vontade de me casar outra vez. E claro, chorei. Mas sou assim com todos os programas. Por exemplo, vejo o Peso Certo e combino que no dia seguinte também vou começar uma dieta para perder assim aos cinco quilos por semana; vejo o Querido Mudei a Casa e combino ir comprar papel de parede e molduras novas para dar uma volta ao hall; vejo a Cate e os oito filhos e combino que também vou ter um rancho de filhos. Resumindo: Sou uma Maria vai com as outras.

terça-feira, abril 26, 2011

A minha dieta

Isto da Páscoa não veio nada a calhar para a minha dieta. Não resisto às amêndoas nem ao folar e com esta brincadeira já ganhei um quilo dos quatro que tinha perdido. E esta barriga que não vai embora, hein? Bom, eu vou chegar lá (preciso de perder mais cinco), mas esta semana também não vai ser fácil. Estou de férias com o pirralho e ando sempre de volta da cozinha.

Rodrigo recomeçou hoje a andar sozinho. Ainda com muito medo, mas a andar sozinho. Estou feliz por isso.

sexta-feira, abril 22, 2011

Ajuda

Há por aí alguma mãe que tenha agora as primeiras férias com um bebé e que não se importe de me responder a umas perguntinhas para um trabalho? Mandem-me mail e eu explico melhor a coisa. Gracias.

terça-feira, abril 19, 2011

Soco no estômago

A minha mãe fez 64 anos. Houve uma festa muito linda com a família toda reunida e a geração mais nova do clã – onde se inclui o meu filho Rodrigo, o mais caçula – a animar as hostes. Às tantas, o meu pai, que é da mesma idade da madrecita (meu Deus, eles são tão certinhos em tudo) diz-me com o ar mais natural do mundo, num momento em que estávamos a sós: “Também eu já só devo cá estar para aí mais cinco anos”. “O quê pai, o que é que estás para aí a dizer?”. “É verdade, a esperança média de vida não é assim tão alta, eu e a tua mãe devemos estar por aqui mais cinco, seis anos”. Foi como um soco no estômago. Eles estão tão bem. Mas a verdade é que sim, daqui a cinco seis anos estão nos 70 e a morte pode chegar. Só de pensar nisso tenho calafrios. Depois penso que o Rodrigo ainda é muito piriri e gostava que eles estivessem ao lado dele por muitos e mais anos. Enfim, mudei de conversa. Mas fiquei a bater mal com aquilo. E hoje, tungas, a mensagem de um grande amigo que ficou sem o pai. E a trovoada ontem à noite. Irra, que uma frase perdida no meio de uma conversa da treta às vezes bate-nos forte. E hoje estou assim. Meio aflita.

segunda-feira, abril 18, 2011

Pronto... é fazer contas à vida que não haverá subsídio de férias para ninguém, não é isso? Ó vida.

quinta-feira, abril 14, 2011

Fim-de-semana para "descansar"



A ideia até era boa. Ir passar um fim-de-semana ao Algarve para descansar. Tá bem tá. Com o Rodrigo no auge da sua endiabrice (21 meses) e sem a autonomia suficiente para brincar à sua maneira sem se aborrecer, posso dizer que a única altura em que descansei um bocadinho foi na hora e meia que ele dormiu a seguir ao almoço, no domingo.
Para começar, e apesar de me considerar uma pessoa bastante prática, a logística para passar uma noite fora (a 300 quilómetros do conforto do lar, onde tudo já está montado para servir o príncipe) não é fácil. No meio de uma série de coisas essenciais que não podem faltar ao bebé, andei eu toda maltrapilha por terras algarvias, pois fiz a minha mala sem pensar. Do Rodrigo, nem uma falha a apontar!
Na viagem para baixo a grande luta foi tentar com que ele não adormecesse. O puto charila tem uma determinada hora para dormir e quando calha fugir dessa regularidade é bem capaz de me passar a noite toda de olhos bem abertos a querer brincar na escura madrugada. E, sinceramente, nem eu nem o pai estávamos dispostos a passar a única noite fora em claro.
Bom, chegados ao nosso destino, toca de fazer piscina e praia e todas essas coisas que se fazem no Algarve quando o sol aquece. Mas o sol aquecia mesmo e baby fazia de tudo para não permanecer na sombra. Obrigado, fez um berreiro tal, que fomos literalmente expulsos pelos olhares dos casais que se encontravam na piscina a tentar ler, ouvir o mar ali tão perto, ou os passarinhos.
Recambiados dali, e com um Rodrigo nada satisfeito por não poder estar permanentemente com os pés de molho na piscina para os bebés, fomos adiantando as coisas para ir jantar fora. Àparte a quantidade de guardanapos rasgados, paliteiros, bocados de pão, palhinhas, rolhas e outras lixeiras que existem num restaurante para entreter petizes, tudo correu bem e regressámos pela noite ao chalé já com o bebé a dormir.
No domingo experimentámos a praia. Como já contei aqui, o Rodrigo ficou com medo de andar e por isso depende bastante de nós para ir aos sítios que ele bem entende. De maneiras que a nossa praia foi andar de rabo para o ar e costas curvadas a segui-lo para onde ele ia. Brincadeira preferida? Gatinhar ferozmente até à água, sem ter, obviamente, qualquer noção de perigo e voltando a fazer berreiro quando chegava àquela linha por nós imaginada de o voltarmos a pôr mais acima na areia. E tudo começava outra vez. Não sei quantos quilos de areia ele comeu nesse dia, nem quero saber. Pelo meio, mais uma vez, o calor, a árdua tarefa de colocar protector, a muda de fraldas sempre com birra e muita areia colada por todo o corpo, and so on and so on.
Ok, houve mil e uma brincadeiras, mil e um momentos bons, centenas de fotografias pelo meio, mas que esta é uma fase cansativa, isso é. Para terminar em beleza, no dia em que chegámos ao nosso doce lar, o Rodrigo tinha o peito e as costas cheias de pequenas borbulhas vermelhas, penso eu que resultado do calor. Ou isso, ou alergia ao creme protector. Ainda ando a descobrir.

A aproveitar para descansar na semana de trabalho que iniciei no dia seguinte, vou agora pensando nas férias que se avizinham. Ui, quinze dias. Ahhhhhhhh!

segunda-feira, abril 04, 2011

Porque é que tem de haver sempre alguma coisa com a qual nos preocupamos com os nossos filhos?

Agora o Rodrigo (20 meses) deixou de andar sozinho. Já andava tão bem, sempre atrás de mim pela casa pelo seu pé e sem grandes quedas e agora ficou com medo. D esde sexta-feira que só anda se lhe der a mão ou se tiver algo a que se agarrar. Caso contrário, esgueira-se de imediato para o chão para ir a gatinhar. Já experimentei deixá-lo numa zona mais ampla em pé e fica completamente em pânico. Que nos tivéssemos apercebido, não houve qualquer queda aparatosa ou outro susto. E eu fico logo tão preocupada. A ver se não demora muito a passar.