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segunda-feira, agosto 25, 2008

Coisas que me apetecem dizer

Isto dos chineses terem papado as medalhas todas nos Jogos Olímpicos não me cheira nada bem. Se calhar estou a dizer um grande disparate, mas sempre acompanhei os jogos e não tenho ideia de os ver como campeões. Os tipos até ganharam na vela, num país onde nem existe vento (!!!!). Enfim... não me quero armar em Paulo Bento, mas as provas devem ser revistas, tudo, tim tim por tim tim.

Tenho-me escapado com pinta aos almoços no refeitório aqui do trabalho. Cansei-me definitivamente daquele menú, onde não há um santo prato que não leve com a já irritante cebola. Para relembrar, até a carbonara leva cebolinha. Pois que hoje fui à rua, vulgo recreio, e pedi uma sandes de frango. E pronto. Não é que bem longe desta cantina de cebolada fui logo apanhar um café que faz sandes de frango CHEEEIO de cebola? Isto não é embirração, mas digam-me se eu estou errada: então uma sandes de frango não é assim com o franguito em seco desfiado com maionese, alface e essas cosias? Então, mas a maldita cebola persegue-me por todo o lado?

Finalmente, dizer que os homens são uns verdadeiros animais. Confirmei isto no sábado passado, Estádio de Alvalde, onde fui levada para gritar três vezes de alegria. Pena o Trofense não ter posto a jogar o Tiago, o filho do Pinto.

segunda-feira, agosto 18, 2008

Influências

Sim, estou de regresso ao trabalho, mas anima-me saber que ainda tenho pela frente mais duas semanas e depois mais uma e depois já é o próximo ano e volta tudo ao mesmo e tenho os dias todos. Enfim, estou contente.

Tirando algumas dores anormais, está tudo certinho com a minha vida... mentira. Durante esta semana de férias ao lado do meu gajo que come como gajo, percebi que posso ser uma verdadeira besta à mesa e que os resultados se fazem notar na balança. Assim como quem não quer a coisa, toma lá três quilos a mais, para não te armares em parva. Para castigo, vou passar as próximas três semanas antes das férias a água, fruta e sopa, para ver se isto vai ao lugar.

Pedido: Nas minhas férias de Setembro, será que posso comer noutra mesa, longe do gajo?

sexta-feira, agosto 08, 2008

Pessoal:

Olá, hoje é o meu último dia de trabalho antes de ir de férias. É certo que, por agora, é só uma semana de descanso, mas já vai saber muito bem.

E não me vou embora sem fazer duas coisas:

- Dar os parabéns à nossa polícia pela operação de ontem no assalto ao BES em Lisboa.

- Contar que esta semana estava na praia, no meu banho de sol, quando sou abordada por um tipo com ar de surfista que diz o seguinte: "Desculpe, é comprometida, solteira...?". Ao que eu respondi virando a cara novamente para o sol: "Casadíssima!". Ao que ele rematou:"Tudo bem...tranquilo, está tudo bem..." E foi-se embora areal fora à procura de mais uma moçoila sozinha. De salientar, para quem não me conhece, que éstou longe de ser bomba e que em biquíni muito menos.

Bom fim-de-semana e boas férias para mim.

quarta-feira, julho 30, 2008

Oito meses

Esta sexta-feira faz precisamente oito meses que saí de casa dos meus pais para me casar. Já passaram oito meses e parece que ainda não tive tempo para nada. Não fiz todas as receitas que queria (cozinhar faz-me tão bem!), e contam-se pelos dedos os familiares e amigos que levei lá a casa a jantar.
Quero dar muitas jantaradas, fazer muitos convívios naquela sala fofa, sujar a cozinha até ao tecto (alguém há-de limpar), abusar da churrasqueira até arder o carvão todo e gastar todos os copos que tiver lá em casa. Já passaram oito meses e contam-se pelos dedos as vezes que fiz isso. Ups!...

terça-feira, julho 29, 2008

Toda queimaducha

Cheguei toda queimadinha de um fim-de-semana no Algarve. Não, não estou queimada por causa do sol, mas por culpa de um espectáculo com fogo no sábado à noite, no Nikki Beach, que não correu lá muito bem. Para não variar, no meio de toda aquela gente, fui eu a levar com as brasas. Resultado? Algumas queimaduras e a roupita que tinha vestido toda estragada por causa dos buracos. Uma animação!

sexta-feira, julho 25, 2008

Meus caros

“A vida não está fácil”, disse-me hoje o director. Respondi: “A vida?... Esta empresa é que não está fácil”. Ao que ele retorquiu: “Não, não, a vida é que não está fácil”.

E pronto, depois deste diálogo de corredor, voltei para o meu lugar e fiquei a pensar: a primeira frase poderia não ter passado de uma daquelas frases de elevador (embora não estivéssemos no elevador), não se tivesse dado o caso de ele ter reforçado a ideia no final. Porque, vejamos, ninguém diz “Amanhã é capaz de chover” e ao ouvir alguém responder com “Olhe que eu ouvi o contrário” reforça “não, não, amanhã está mesmo a chover”. Por outro lado, acho que a resposta que dei não esteve nada bem. Ninguém diz ao director que a empresa é uma merda! Porque, no fundo, foi isso que eu disse. Tipo, “A vida? A minha vidinha estava óptima não fosse esta empersa tão complicadinha!”. Enfim... saiu-me. Mas o que também me intriga é por que é que ele, após esta minha saída brilhante, não aproveitou a boleia e não ficou calado, seguindo o seu caminho até à secretária. Será que estava com vontade de desabafar os seus problemas e desatar-me a chorar ali no meio da empresa? E é isto que me amargura. Sinto que tive a oportunidade de pôr o chefe a chorar baba e ranho e que a deixei escapar.

Bom fim-de-semana, estou a banhos no Sul.

segunda-feira, julho 21, 2008

Coisas que já se faziam

Os carros estão cada vez mais evoluídos. É botões para tudo e mais alguma coisa e um dia destes um amiguinho que costuma andar aí de volta das últimas novidades, estava com um que se estacionava sozinho. Arrepiante, digo-vos. Os carros quase não precisam de nós, a verdade é essa. Estamos a um bocadinho assim de tornar real o mundo Kit e Michael Night.
E é por causa disto tudo que me faz muita confusão ter de continuar a pegar na tesoura para recortar aquele quadrado verde do seguro e colocar no vidro. Já se inventava qualquer coisinha menos artesanal, não?

quarta-feira, julho 16, 2008

Passwords

São, muito provavelmente, as coisas mais estúpidas e absurdas que actualmente andam por aí.
Hoje em dia, para tudo e mais alguma coisa, pedem-nos passwords, palavras-chave que temos de criar com x caracteres e que temos de ter a certeza que não nos vamos esquecer delas.
Esta dissertação chega a propósito de há bem pouco tempo ter sido obrigada a fornecer a uma amiga a minha entrada no mail para que me safasse de uma situação. E só nessa altura - no preciso momento em que tive de verbalizar o que até então não passava de umas bolinhas no ecrã que teclava quase sem olhar -, é que dei conta do ridículo da minha escolha.
Bem, na verdade não foi só isso, pois a risota que recebi do outro lado do telefone mal pronunciei a minha password também ajudou a confirmar a tese. “Disseste tal tal tal? Ah ah!”
A verdade é que o contrário também já me aconteceu. Ou seja, ter de ser eu a ouvir as palavras-chave de terceiros e desatar a pensar cá para mim, “ninguém escolhe como password 'filholindo', ou 'aboazuda'. Enfim, as passwords são as nossas carecas e a relação que mantemos com elas é absolutamente tranquila até ao momento em que as temos de partilhar com alguém. Xiça, é que custa mesmo!

terça-feira, julho 15, 2008

O ar da minha graça e só mesmo isso que tenho de ir ali a correr e já volto

Não têm noção da correria em que tenho andado para ter toda a minha vida a andar. Apesar de algumas partes andarem bem atrasadas, como por exemplo coisas lá de casa, eu tenho tentado dar o meu melhor.

A verdade, verdadinha é que eu adoro estas correrias. Amo a sensação do tempo a fugir-me pelos pés, ser quase impossível chegar em meia hora a Lisboa e eu conseguir (não foi M.?), sentir o sangue a ir lá a baixo e depois a vir cá acima e eu nesse segundo já despachei dois textos. I love it!

O pior é mesmo quando se pára. Uma pessoa encosta-se um pouco, agarra num jornal e dá de caras com um despacho da PSP que obriga os polícias a não fazerem piercings, a taparem tatuagens e a não usarem bigodes abaixo do lábio superior. Não é demais? Não é muito maluca esta cena? Estes gajos da direcção nacional da PSP são uns bacanos e têm ideias giras.

Parabéns J. e parabéns M. R. a mãe da T. que agora é mestre!!

segunda-feira, junho 30, 2008

Voltei

E já cá estou de regresso a Lisboa, depois de uma semana de um lado para o outro no Algarve, debaixo de 37/38 graus, para apanhar os famosos a banhos. Posso dizer-vos que a coisa nem correu mal... mas o melhor é espreitarem a próxima TV 7 Dias que vem lá tudo o que fiz.

A consulta de alergologia correu bem, apesar de ter de fazer uma batelada de exames e de a médica já me ter avisado que deverão ter todos eles resultados inconclusivos. Enquanto isso não acontece, fez-me uma medicação diária para que não volte a inchar. Ou seja, mesmo que esteja exposta ao tal factor "X" que me causa o angioedema (é isto que eu tenho, aleluia já sei o que tenho) este nunca se manifesta. Basicamente enfio uma catrefada de anti-histamínicos que, curiosamente, devo dizer, não me dão uma pontinha de sono, ao contrário do que eu estava à espera.

E pronto, ando muito mais feliz. Agora é só rezar para que o batalhão de exames traga algumas respostas.

Ah, e é verdade, esta médica deu-me uma grande outra alegria (para além de ter dito o que eu tinha), pois explicou-me que posso voltar a fazer exercício físico. Basta fazer a medicação antes. Não é maravilhoso? Queres ver que o Malveira vai ter mais u reforço? Ai tu queres ver?

quinta-feira, junho 19, 2008

É hoje

Ai senhores, que hoje tenho a minha consulta de alergologia. Mais uma. Nova médica. E eu a contar tudo tim, tim, por tim, tim. Ouça, eu incho muito e fico cheia de comichões e depois começo a ficar com falta de ar. Snif. Tem de descobrir o que é que tenho. Que coisa eu como ou cheiro que me faz ficar assim, à porta do túnel. E ainda me falta imensa mobília lá para casa, mas entretanto tenho sido enganada pela Zon e as contas não andam nada fáceis. Ontem comi bacalhau. Bacalhau na brasa. Hummm, tão bom. Desde que casei, há seis meses, ainda não tinha comprado bacalhau. É caro. Estas queixas chegaram aos ouvidos de mamãe (não sei como) e lá tinha ela umas postinhas para mim, porque sabe que não tenho muito tempo para escolher o bicho. No trabalho está tudo bem, tirando o mau ambiente depois do episódio do post abaixo. Está tudo bem. Parto para uma semana no Algarve em missão "famosos a banhos e na noite" e, por isso, queria muito senhora dôtora que me desse aquelas injecções para poder safar-me se, de repente, entre uma onda e outra, começar a inchar. Pode ser?

quarta-feira, junho 18, 2008

Há anos que não me acontecia

Ontem tive uma discussão daquelas enooooooormes com uma pessoa que é mais conhecida do que amiga. É do meu trabalho, mas chegámos a ter uma relação minimamente próxima e a ir a festivais em conjunto e tudo. Foi uma coisa absolutamente horrível, com gritos pelo meio, e que acabou com acusações tão feias, mas tão feias à minha pessoa que senti uma vontade enorme de lhe bater.
Não sei o que é que naquele momento me agarrou à razão, mas a verdade é que estive a milímetros de agredi-la brutalmente, face a todas as injustiças e barbaridades que estava para ali a dizer. Isto já não me acontecia há anos. A última vez andava eu no quinto ano do ciclo. Na minha turma havia uma rapariga muito irritante e que me tirava do sério. Não sei se era por ser um pouco atrasada, eu penso que não porque sempre fui muito tolerante com a deficiência... Houve um dia que tivemos um furo e ela não me largou. Andava ali à minha volta sempre a martelar-me "nham nham nham" e a picar-me os miolos. De tal maneira que às tantas passei-me e voei em direcção a ela para lhe puxar os vcabelos (típico de gaja). Andávamos ali naquela luta quando me comecei a aperceber que estava mais a levar na tromba do que a dar. Tive de dar a luta por terminada porque já estava mesmo a ficar em desvantagem. Escusado será dizer que fui motivo de chacota na escola por ter perdido na luta com a Mónica, a retardada.
Ontem senti esse ímpeto de novo. Mas provavelmente o meu inconsciente lembrou-se desse episódio da adolescência e recuou. Hoje reconheço que o melhor que eu fiz foi mesmo não partir para a violência, mas uma coisa é garantida: eu ia ganhar esta luta!

terça-feira, junho 17, 2008

Coisas que eu aprendo

Se não vamos ter com as coisas, elas não vêm ter connosco.

sexta-feira, junho 13, 2008

Este ano calhou bem. Adoro os santos, mas confesso que não vou para nova e que a paciência para grandes confusões começa a não ser muita. Mas a ideia de ficar enfiada em casa a olhar para o boneco enquanto a vida se desenrola alegremente lá fora também não é uma ideia que me agrade.
E por isso eu digo que este ano calhou bem. Uma amiga muito muito grande (obrigada minha querida) decidiu inaugurar a casa nova de Alfama com uma churrascada na noite das festarolas. Ou seja, estive no coração da confusão, mas protegida por paredes forradas a azulejos, com elevador e tudo! Foi tão bom... enquanto durou.
É que na hora de ir para casa, foi preciso enfrentar a multidão, largar os tiques de princesa à janela e descer ao povo e levar com os encontrões, com a cerveja. Lá fui eu, espetando a cabeça em bicos de pés para perceber quando é que a coisa acalmava. Pelo caminho lá se vão vendo umas caras conhecidas, mas as paragens são sempre muito breves, duas beijocas e toca a andar que atrás vem gente a pisar-nos os calcanhares. A ideia com que ficamos é que ninguém anda nos santos para ficar, mas sim para andar de um lado para o outro sem parar em lado algum, porque é impossível.

Reclamação: Manjericos a sete euros e meio e a dez com direito a cravo de papel é uma roubalheira; Trabalhar na sexta (hoje) só por estar em Sintra é um crime.

Anexo:Comé? Prainha amanhã?

segunda-feira, junho 09, 2008

Moutinho

Tens cara de miúdo reguila assim a atirar para o hobbit, és concentrado porque tens assim esse ar musculado mas em ponto pequeno, e quando corres fá-lo assim com os braços arqueados como quem vai com dois cestos nas axilas. Sempre gostei muito de ti como jogador, mas este sábado ultrapassaste toda esta admiração com aquela jogada do segundo golo. Arrepiei-me e até tive vontade de chorar e só queria que em todos os jogos fizesses aquela rotação. Foi lindo!

Bamboo

Não pode ser verdade. O professor Bamboo acusado de extorquir dinheiro aos clientes? Nã... não acredito nisso! Então só por o senhor pedir 3 mil euritos para resolver problemas de amor e de saúde, como cancros e assim, vão logo acusar o homem de andar a enganar as pessoas? Opá, não há direito! Deixem-nos trabalhar.

Winehouse

Depois da crónica do Ricardo Araújo Pereira na última visão tudo o que escrevesse não teria interesse algum. “Além de lutar por um mundo melhor, Winehouse lutou, e muito, para se manter de pé.”

Camané

O senhor é assim como o Moutinho mas menos musculado e, graças a Deus, não canta de braços arqueados. Mas como ele canta! Esteve impecável, mais uma vez, no espectáculo da última sexta no Castelo de São Jorge e a dupla que fez com José Mário Branco foi muito bem conseguida.

quarta-feira, junho 04, 2008

Todos cupinaupeito!

É isso mesmo. O Euro está mesmo aí e não há cá bandeiras, bandeirinhas e bandeirolas por tudo quanto é sítio. A pensar numa solução divertida, bem à frente e descomplexada, a nossa amiga granmarta lançou uma colecção especial de pins para apoiarmos a nossa selecção. São baratinhos e, por isso, toca a andar, todos "cupinaupeito", que é como quem diz, todos com o pin ao peito. A colecção pode ser vista e comprada em www.pin-it.blogspot.com ou então no Pátio do Sol, na Fábrica da Pólvora.

Não percam tempo que aquilo está a esgotar. Eu já tenho os meus. E tu?

terça-feira, junho 03, 2008

Quem mais?

E lá se passou o primeiro fim-de-semana de Rock in Rio. Não sem antes D. Anette, moi, ter passado por uma daquelas situações que já se sabe. Quem mais poderia estar a curtir à grande na Bela Vista e começar a ficar toda cheia de babas e a inchar e a pedir ajuda a um segurança e a passar todo o festival deitada numa maca de campanha a soro e a curtizona? Quem mais se não D. Anette, a hipocondríaca que de vez em quando até tem doenças a sério, como esta reacção alérgica?

Já está marcada mais uma consulta de alergologia, daquelas que ninguém chega a conclusão nenhuma... Epá, alguém me arranje um Dr. House para descobrir que raio eu como, bebo, ou cheiro para desatar neste disparate.

É claro que com este episódiozinho, a cabeça de D. Anette já só pensa se vai ter coragem de voltar ao Rock in Rio no próximo fim-de-semana. É que se é alguma coisa no ar, de alguma árvore ou assim, lá vou eu outra vez de charola, e não me apetece nada. Por outro lado, estive lá no primeiro dia e não me aconteceu nada. Ai Meu Deus, o que é que eu faço?

quarta-feira, maio 28, 2008

Adivinha quem voltou

Epáááá... E não é que depois daquela barracada toda está aí de novo e bem fresquinha a DE-PU-RA-LI-NA?! Pois é, depois de se ter dito e escrito em todo o lado que o suplemento para emagrecer mandou uns quantos para o hospital, eis que o anúncio está de regresso, com mais força do que nunca. Agora, logo no arranque do spot publicitário os senhores dizem, depois de não sei quantos testes, chegou-se à conclusão que a depuralina não faz mal.

Eu não tenho nada contra essa senhora que faz as gajas magras, mas como eu sou, ui (!), nem obrigada eu tomava aquela coisa.

terça-feira, maio 27, 2008

Aiii

E pronto. Já almocei e já estou pronta para o segundo round de trabalho. Está cá a parecer-me que esta semana vai ser tranquila. Ainda bem. Estou a precisar de tranquilidade para entrar em grande no Rock in Rio. Lá por casa também tudo bem. Muita sopa, muita sopa. Demais até!

sexta-feira, maio 23, 2008

Resumos

Quanto tempo é que demora um pacote de pastilhas na minha redacção? Segundos. "Dá-me uma!" "Dá-me uma!"

Os planos para um fim-de-semana carregadinho de chuva não são muito fáceis de fazer, principalmente quando o DVD lá de casa está em apuros por estar doente

Perceber que comecei a viajar tarde baralha o meu percurso de vida. Quero fazer tudo ao mesmo tempo, mas as férias e o dinheiro disponíveis não chegam para tudo. Há falhas graves como Londres, Roma e Amesterdão. Depois há aqueles que nos aparecem no cérebro e não saem. Agora estou numa de Auschwitz e Miami.

Lá em casa não podemos ver mais aquela coisa do Geração Scolari. Já da primeira vez tínhamos visto e foi chorar que era um disparate. Emocionamo-nos muito com esta coisa da equipa, das vitórias e também das derrotas. E vimo-nos gregos (chalaça) para aguentar as lágrimas quando o Daniel Oliveira se lembra de dar imagens em slow motion ao som daquela música cantada pela Dulce Pontes onde a senhora atinge tons impensáveis. Somos uns lamechas... mas uns queridos.

Esta noite lá em casa é sopinha, quem quiser aperecer, apareça.