Xau pessoal, vou aprontar-me que hoje o mulherio vai invadir o Pavilhão Atlântico para bater muitas palminhas ao som do best of de Tony Carreira. O meu gajedo já tá todo reunido e, ou muito me engano, ou o balcão dois é todo nosso. Sonhador, sonhador, mas ao menos a sonhaaaaaaar...
Bom fim de semana e vão ver o filme Este País não é para Velhos, que vale bem a pena, mais pelo final. eh eh.
Espaço sobre tudo e mais alguma coisa, que isto de ter cantinhos muito específicozinhos sobre coisinhas pode ser, vá, esquisito
sexta-feira, março 14, 2008
segunda-feira, março 10, 2008
Notas
A única coisa boa da intoxicação alimentar que apanhei na sexta-feira por causa de um carapau com cara de parvo servido na cantina da minha empresa foi ter perdido dois quilos num fim-de-semana.
quarta-feira, março 05, 2008
Pelinhos (excerto do texto que escrevi na revista Time Out)
Nada de exageros quando se diz que a mulher está bem como Deus a pôs ao Mundo. Percebe-se o erotismo da máxima, mas a maioria das mulheres não gosta de pêlos. Não gosta é pouco. Na verdade, quase todas elas os odeiam, não os suportam e questionam-se várias vezes que mal fizeram elas para merecer tamanha dor de cabeça.
Quantas e quantas vezes fica uma saia por vestir porque as pernas têm pêlos; ou uma camisa de cava fica no armário porque as axilas estão uma desgraça? Muitas. Já para não falar das negas que são obrigadas a dar para uma animada ida à praia porque não houve tempo de ir à depilação ou porque os pêlos estão a atravessar aquela fase irritante de não conseguirem decidir-se se ainda são bebés ou já uns matulões. Ficam ali, ridiculamente a espreitar, imunes a qualquer cera quente que lhes mergulhe em cima.
A existência dos pêlos condiciona a vida das mulheres, essa é que é a verdade. É certo que existem as esteticistas. Tudo muito bem. Facilita, mas a tarefa nunca deixa de ser uma obrigatoriedade, uma dor de cabeça e um arrombo às carteiras.
O tempo disponível nunca é muito e ainda se tem de estar sujeito à disponibilidade do cabeleireiro. Aquela sensação da banda a ser arrastada com dezenas de pêlos agrafados a ela é coisa para muitos “ais”. E depois tem de se estar despida para ali numa marquesa, enquanto uma senhora a parecer simpática vai arrancando quase a pele e fazendo conversa de circunstância sobre uma nova receita de sopa. Escusado será dizer que da receita não se apanhou nada e que se sai do gabinete de estética com as zonas todas depiladinhas, mas tudo a latejar. Limpas as lágrimas de fazer o buço, chega a hora de pagar e elas começam a querer emergir de novo. A brincadeira fica mais ou menos por 40 euros e aquela sensação do “já está” vai-se embora no instante em que marcamos a próxima “tortura” para dali a duas semanas.
Quantas e quantas vezes fica uma saia por vestir porque as pernas têm pêlos; ou uma camisa de cava fica no armário porque as axilas estão uma desgraça? Muitas. Já para não falar das negas que são obrigadas a dar para uma animada ida à praia porque não houve tempo de ir à depilação ou porque os pêlos estão a atravessar aquela fase irritante de não conseguirem decidir-se se ainda são bebés ou já uns matulões. Ficam ali, ridiculamente a espreitar, imunes a qualquer cera quente que lhes mergulhe em cima.
A existência dos pêlos condiciona a vida das mulheres, essa é que é a verdade. É certo que existem as esteticistas. Tudo muito bem. Facilita, mas a tarefa nunca deixa de ser uma obrigatoriedade, uma dor de cabeça e um arrombo às carteiras.
O tempo disponível nunca é muito e ainda se tem de estar sujeito à disponibilidade do cabeleireiro. Aquela sensação da banda a ser arrastada com dezenas de pêlos agrafados a ela é coisa para muitos “ais”. E depois tem de se estar despida para ali numa marquesa, enquanto uma senhora a parecer simpática vai arrancando quase a pele e fazendo conversa de circunstância sobre uma nova receita de sopa. Escusado será dizer que da receita não se apanhou nada e que se sai do gabinete de estética com as zonas todas depiladinhas, mas tudo a latejar. Limpas as lágrimas de fazer o buço, chega a hora de pagar e elas começam a querer emergir de novo. A brincadeira fica mais ou menos por 40 euros e aquela sensação do “já está” vai-se embora no instante em que marcamos a próxima “tortura” para dali a duas semanas.
terça-feira, março 04, 2008
Coisas contagiosas
Por que raio os esguichos para limpar os vidros dos carros nunca estão bem direccionados? Por que raio temos de também lavar os nossos quando o anormal da frente se lembra que os dele estão sujos? Por que raio isso acontece sempre quando não temos mais água no reservatório?
segunda-feira, março 03, 2008
Ui K'abom!
E quem é que no sábado já tem sessão marcada para se deliciar com o Javier Bardem no grande ecrã? Quem é? Humm? E quem é que já tem bilhete para o Tony Carreira no Atlântico? Humm? Quem é? E quem é que já fez três meses de casada? Hã? Quem foi?
A minha vida tá bonita, tá gostosa...
A minha vida tá bonita, tá gostosa...
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Idades
Ocorreu-me este pensamento quando há dois dias fazia uma entrevista por telefone. No fim, perguntei a idade ao entrevistado e a resposta foi: "Vou fazer 28". Ok, mas eu por acaso perguntei que idade é que ele ia fazer? Este episódio levou-me a outro ainda mais recorrente, que é aquele das mães dizerem a idade dos filhos em meses. "O meu menino está com 17 meses" E lá ficamos nós a fazer contas de cabeça, sem necessidade nenhuma. Então não era muito mais fácil dizerem tem um ano e meio, ou algo parecido? Imaginem o que era se agora desatasse para aí a dizer que tenho 3600 meses, em vez de 30 anos. Imaginem ainda se, para além de dizer em meses utilizasse aquela fórmula do "vou fazer". Isto levado ao rubro, dava qualquer coisa como: "vou fazer 4800 meses daqui a um ano!". Mas anda tudo maluquinho, ou quê?
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
De uma vez por todas
Homens: não se diz Breshka, mas sim Bershka. Vá, não é difícil. Nós por acaso andamos por aí a dizer Frod ou Katsounaris? Não, pois não? Dizemos Ford e Katsouranis! Então vá, toca a dizer bem Bershka... Ber-shka. Outra vez: Ber-shka. Difíííííícil!
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Ouvidos no Corredor (titulo roubado ao Ouvidos no Metro, da Time Out)
Junto à máquina do café da empresa.
- Tens aí dez cêntimos? Não tenho que chegue para o café...
- Não tenho. Bebe uma italiana.
Bom fim de semana, que há montes de coisas giras para fazer.
- Tens aí dez cêntimos? Não tenho que chegue para o café...
- Não tenho. Bebe uma italiana.
Bom fim de semana, que há montes de coisas giras para fazer.
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Patente
Já partilhei a ideia com o meu núcleo duro e vou agora partilhá-la aqui neste espaço cibernauta, onde nos reunimos todos em paz e harmonia. Devia ser criado um serviço tipo teletabaco. A pessoa está em casa, lá fora chove ou está frio, o café mais próximo obriga a pegar no carro e a vontade de fumar não vai embora. Ligava-se para o número tal e pedia-se. Pagava-se um euro a mais (sim, eu pagava!) e estava feito o negócio. Todos ficavam contentes.
Esta ideia é extensível a coisas como: um serviço que nos fosse pôr gasóleo (como eu detesto!!); que nos enchesse os pneus do carro; e um que pusesse água naquele recipiente que há nos carros para lavar os vidros.
Sem mais
Esta ideia é extensível a coisas como: um serviço que nos fosse pôr gasóleo (como eu detesto!!); que nos enchesse os pneus do carro; e um que pusesse água naquele recipiente que há nos carros para lavar os vidros.
Sem mais
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Tipo passe
O meu coração palpitava de alegria quando soube que ia folgar na segunda. Finalmente, tinha tempo para agarrar em todas as burocracias pendentes na minha vida e dar-lhes um arrumo. A alegria durou pouco. As chuvas, as cheias, o caos, o horror, fizeram com que Lisboa estivesse a chamada puta da confusão e que não me conseguisse mexer para lado algum, quanto mais com papeladas na mão.
Mas não desisti facilmente. Pelo menos do Bilhete de Identidade tinha de tratar que isto de andar casada e assinar com nome de solteira não é nada.
No caminho para Lisboa a má notícia surgiu pela rádio. “A Loja do Cidadão das Laranjeiras acabou de encerrar devido a inundações” !!! Bonito. Fui para a dos Restauradores e, por incrível que pareça, consegui fazer o que tinha a fazer em apenas três minutos.
Não sem antes ter parado num estúdio fotográfico em Mafra para tirar fotografias tipo passe. Como alguns já sabem, adoro posar para as objectivas, mas ali não tem muita graça. Não se pode fazer caretas, nem virar a cabecita, nem fazer aquele sorriso maroto. Dentro das poucas coisas que são permitidas fazer, acho que nem saiu mal.
Mas há uma coisa que ainda não consegui dar a volta. Aos olhos inchados de quem acabou de acordar. É assim que vou aparecer neste BI e é assim que tenho aparecido nas últimas renovações. Invariavelmente, vou tirar fotos de manhã e os olhos de sono lá estão. Aliás, se derem uma volta pelas fotos dos BI’s do vosso pessoal, perceberão que não sou a única.
Mas, sinceramente, prefiro ter os olhos inchados, a aparecer, como muitos, com o queixo levantado como quem está na parede da prisão. E já agora, estas fotos a que chamam tipo passe... Os passes ainda existem assim com foto?
PS: Parabéns à minha parceira de sempre deste blog e da vida que se chama Gui e que fez aninhos no passado domingo.
Mas não desisti facilmente. Pelo menos do Bilhete de Identidade tinha de tratar que isto de andar casada e assinar com nome de solteira não é nada.
No caminho para Lisboa a má notícia surgiu pela rádio. “A Loja do Cidadão das Laranjeiras acabou de encerrar devido a inundações” !!! Bonito. Fui para a dos Restauradores e, por incrível que pareça, consegui fazer o que tinha a fazer em apenas três minutos.
Não sem antes ter parado num estúdio fotográfico em Mafra para tirar fotografias tipo passe. Como alguns já sabem, adoro posar para as objectivas, mas ali não tem muita graça. Não se pode fazer caretas, nem virar a cabecita, nem fazer aquele sorriso maroto. Dentro das poucas coisas que são permitidas fazer, acho que nem saiu mal.
Mas há uma coisa que ainda não consegui dar a volta. Aos olhos inchados de quem acabou de acordar. É assim que vou aparecer neste BI e é assim que tenho aparecido nas últimas renovações. Invariavelmente, vou tirar fotos de manhã e os olhos de sono lá estão. Aliás, se derem uma volta pelas fotos dos BI’s do vosso pessoal, perceberão que não sou a única.
Mas, sinceramente, prefiro ter os olhos inchados, a aparecer, como muitos, com o queixo levantado como quem está na parede da prisão. E já agora, estas fotos a que chamam tipo passe... Os passes ainda existem assim com foto?
PS: Parabéns à minha parceira de sempre deste blog e da vida que se chama Gui e que fez aninhos no passado domingo.
domingo, fevereiro 17, 2008
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Procura-se
Pessoa com disponibilidade total para me tratar de renovar toda a documentação com o meu novo nome, morada e estado civil. Levar o carro à revisão, mas levar-me e apanhar-me no trabalho. Organizar as facturas e entregar o meu IRS. Instalar a antena de televisão no meu prédio. Pôr o elevador a funcionar. Arranjar as lâmpadas que faltam nas divisões. Ir à loja TMN trocar os pontos por um novo telemóvel.
Oferece-se todo o material necessário e muito boa-vontade para esclarecer quaisquer dúvidas que surjam ao longo do processo de organização da minha vida.
Pergunta: Porque é que a comida da mãe é sempre tão boa?
Oferece-se todo o material necessário e muito boa-vontade para esclarecer quaisquer dúvidas que surjam ao longo do processo de organização da minha vida.
Pergunta: Porque é que a comida da mãe é sempre tão boa?
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Até quando?
Já casei vai para mais de dois meses e as pessoas continuam a perguntar-me, de cada vez que me vêem: "Então, como vai essa vida de casada?" O que é que uma pessoa responde? "Vai muito bem obrigada e a tua?"; Ou então: "Olha, ainda bem que me perguntas isso porque vai uma merda pegada e não sei como me livrar disto!" Enfim, eu lá vou dizendo que vai tudo a correr bem , tirando já não poder dar puns na cama e ele nunca baixar a tampa da sanita, mas até quando vou ter de levar com a perguntinha? Até quando?
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Quem?
Quem terá sido a mente brilhante de jogador de bola que decidiu dizer pela primeira vez: "Há que continuar a trabalhar!"? Irraaaaa! Não dá para dizer algo diferente?
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Iogurtes
Sou uma pessoa que não bebe leite de vaca porque como é hipocondríaca acha que é intolerante à lactose só porque um dia o dito leite não lhe caiu bem acha que ganhou assim uma espécie de doença.
E agora que já fiz a intro, vou deixar de falar na terceira pessoa. E pronto, estava a dizer... como não bebo leite, procuro beber dois iogurtes por dia, que isto da falta de cálcio no organismo, como devem calcular, também me assusta muito e pode-se morrer.
Acontece que sou muito esquisita na minha escolha e a oferta do mercado também não ajuda. Ok, vão dizer-me que os supermercados se enchem com iogurtes de todas as variedades. É verdade, mas também é verdade que a maioria deles não me agrada. Ponho de lado os de colher e fico só com os líquidos. Dos líquidos nunca escolho os de pedaços, que aquelas coisas lá dentro a boiar não são comigo. Dos líquidos e sem pedaços ponho de lado tudo o que seja pêssego, aloe vera e chá verdes, que me fazem um mal terrível, entre alergias e coisas piores. Dos poucos que me restam, só levo para casa os que têm menos de 32 Kcal, que isto de ser rechonchuda não tem assim muita graça. Quer dizer, às vezes até tem!
E agora que já fiz a intro, vou deixar de falar na terceira pessoa. E pronto, estava a dizer... como não bebo leite, procuro beber dois iogurtes por dia, que isto da falta de cálcio no organismo, como devem calcular, também me assusta muito e pode-se morrer.
Acontece que sou muito esquisita na minha escolha e a oferta do mercado também não ajuda. Ok, vão dizer-me que os supermercados se enchem com iogurtes de todas as variedades. É verdade, mas também é verdade que a maioria deles não me agrada. Ponho de lado os de colher e fico só com os líquidos. Dos líquidos nunca escolho os de pedaços, que aquelas coisas lá dentro a boiar não são comigo. Dos líquidos e sem pedaços ponho de lado tudo o que seja pêssego, aloe vera e chá verdes, que me fazem um mal terrível, entre alergias e coisas piores. Dos poucos que me restam, só levo para casa os que têm menos de 32 Kcal, que isto de ser rechonchuda não tem assim muita graça. Quer dizer, às vezes até tem!
quinta-feira, janeiro 24, 2008
Eh la re
Opá, então não é que se aproximam aí umas festarolas de Carnaval e não tenho máscaras? Ainda por cima, como mudei agora de casa, dei aquelas roupitas que ainda se aproveitavam para estas macacadas. Ou seja, ando eu sem roupas para me mascarar e uns pobrezinhos todos contentes a saltar de festa em festa sem pagar entradas. Ai que cruel!
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Ainda vou a tempo?
Adorei a peça pessoal, a sério. Eu sei que sou público fácil, mas os tipos são mesmo muito bons. Estava com receio de não perceber nada por não conhecer os sketches originais, mas na boa! O Miguel Guilherme é assim uma coisa fabulosa.
E feito o ponto da situação, está mais um fim-de-semana à porta e muitas coisas giras para fazer. Vamos lá a aproveitar isto senão não estamos cá a fazer nada. Tão a curtir o espírito?
E feito o ponto da situação, está mais um fim-de-semana à porta e muitas coisas giras para fazer. Vamos lá a aproveitar isto senão não estamos cá a fazer nada. Tão a curtir o espírito?
terça-feira, janeiro 15, 2008
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Por isso?
Há gentinha muito parva. Daquelas que têm a mania que nos fazem sinais de luzes e que nós percebemos logo o que nos estão a dizer. Isto faz-me lembrar um episódio que se passou com moi meme há dias.
Ia eu no meu carrito lindo quando um desses tais badamecos começa a fazer-me sinais de luzes doentiamente. Ok, já percebi que algo se passa, mas vou numa estrada onde não posso parar e não tenho as portas mal fechadas, nem o carro a deitar fumo. Levei com o tipo assim atrás de mim naquele festival pirotécnico uns bons dez minutos e quando tive oportunidade de parar a viatura (que bonito!!! A viatura!) reparei então que o drama, o horror, era a portinhola do combustível aberta. Huuu, medo!
Ontem à noite estou a sair lampeira da Avenida da Liberdade e apanho com outro caramelo com o síndrome do faço-sinais-de-luzes-como-se-fosse-código-morse-e-tu-tens-de-entender-a-mensagem. Mais uma vez vi as portas, a bagageira porreira, nada de portinholas do gasóleo abertas... Ahhhh! Mas o que é que este gajo me quer dizer?? E a pessoa continua em pânico, ali com o carro em andamento, e a pensar que é qualquer coisa que vai fazer com que a viatura (isso) se destrua em cacos nos próximos vinte segundos.
A respiração vai ofegante, já vamos a passar a nossa vidinha em slides e o estafermo ultrapassa, põe-se ao meu lado, eu devolvo o olhar com aquele ar aterrorizado e ele levanta uma mão e abre e fecha os dedos juntos uns aos outros. Porra! Tudo isto por causa de uns faróizitos desligados, à noite, no meio do caos do trânsito em Lisboa? Xiça... comichosozinhos.
Bom fim-de-semana e aproveitem bem que há montes de coisas giras para fazer.
Ia eu no meu carrito lindo quando um desses tais badamecos começa a fazer-me sinais de luzes doentiamente. Ok, já percebi que algo se passa, mas vou numa estrada onde não posso parar e não tenho as portas mal fechadas, nem o carro a deitar fumo. Levei com o tipo assim atrás de mim naquele festival pirotécnico uns bons dez minutos e quando tive oportunidade de parar a viatura (que bonito!!! A viatura!) reparei então que o drama, o horror, era a portinhola do combustível aberta. Huuu, medo!
Ontem à noite estou a sair lampeira da Avenida da Liberdade e apanho com outro caramelo com o síndrome do faço-sinais-de-luzes-como-se-fosse-código-morse-e-tu-tens-de-entender-a-mensagem. Mais uma vez vi as portas, a bagageira porreira, nada de portinholas do gasóleo abertas... Ahhhh! Mas o que é que este gajo me quer dizer?? E a pessoa continua em pânico, ali com o carro em andamento, e a pensar que é qualquer coisa que vai fazer com que a viatura (isso) se destrua em cacos nos próximos vinte segundos.
A respiração vai ofegante, já vamos a passar a nossa vidinha em slides e o estafermo ultrapassa, põe-se ao meu lado, eu devolvo o olhar com aquele ar aterrorizado e ele levanta uma mão e abre e fecha os dedos juntos uns aos outros. Porra! Tudo isto por causa de uns faróizitos desligados, à noite, no meio do caos do trânsito em Lisboa? Xiça... comichosozinhos.
Bom fim-de-semana e aproveitem bem que há montes de coisas giras para fazer.
segunda-feira, janeiro 07, 2008
Oláááááá
Uma pessoa casa-se, vai de lua-de-mel para o Brasil (hummm, não vamos falar disso porque se me aperta o coração de tanta saudade do espetinho de queijo de coalho, da casquinha de siri e da água de coco), uma pessoa regressa de lua-de-mel, fica duas noites sem-abrigo porque a casa não está pronta, monta os móveis parafuso a parafuso, e no final, quando acende a televisão, apanha com anúnicos do Continente a imitar um show de Revista, apanha com uma nova cola para a dentadura que não faz mau hálito e como um novo serviço telefónico a que decidiram chamar de phone-ix.
Isto é impressão minha, ou esta publicidade é da pior que já se fez nos últimos tempos? Eu que até me considero aasim para a frentex, não gostei de regressar aos braços do meu sobrinho de seis anos e ouvi-lo dizer "fónix" como se fosse a coisa mais natural de sempre. Para os especialistas, o trocadilho pode ser brilhante, mas para mim continua a ser um daqueles palavróes horrendos que eu dizia por volta dos 16, atrás do pavilhão, a fumar os primeiros cigarros. (Sim, no tempo em que ainda não nos expulsavam do Mundo por termos um vício).
Beijinhos a todos e cá estou então... de volta.
PS: Dêem uma espreitada aos pins maravilhosos, lindos lindos, à venda em www.pin-it.blogspot.com. São grandinhos e super baratos, com a vantagem de poderem ser personalizados. Estão a ver aquela cena das t-shirts com mensganes maradas? É a mesma coisa, mas com crachás. A granmarta é a artista de serviço. Eu já tenho!
Isto é impressão minha, ou esta publicidade é da pior que já se fez nos últimos tempos? Eu que até me considero aasim para a frentex, não gostei de regressar aos braços do meu sobrinho de seis anos e ouvi-lo dizer "fónix" como se fosse a coisa mais natural de sempre. Para os especialistas, o trocadilho pode ser brilhante, mas para mim continua a ser um daqueles palavróes horrendos que eu dizia por volta dos 16, atrás do pavilhão, a fumar os primeiros cigarros. (Sim, no tempo em que ainda não nos expulsavam do Mundo por termos um vício).
Beijinhos a todos e cá estou então... de volta.
PS: Dêem uma espreitada aos pins maravilhosos, lindos lindos, à venda em www.pin-it.blogspot.com. São grandinhos e super baratos, com a vantagem de poderem ser personalizados. Estão a ver aquela cena das t-shirts com mensganes maradas? É a mesma coisa, mas com crachás. A granmarta é a artista de serviço. Eu já tenho!
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