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quinta-feira, abril 14, 2005

Regras de trânsito para peões

Agora que finalmente me inscrevi na carta de condução e sei que vou ter de aprender um monte de regras novas de circulação, tenho pensado bastante no porquê da enorme sinistralidade nas estradas portuguesas. E se eu vou ter que saber as leis na ponta da língua para poder passar no exame de código, assim aconteceu com todos os condutores. O problema português, penso eu, deve-se não ao desconhecimento das regras mas sim ao desrespeito pelo semelhante, à falta de civismo deste povo. Porque as pessoas não cumprem os princípios mais elementares de educação para bem viver em sociedade. Recordo então modelos bem simples e que não são cumpridos muitas vezes no dia-a-dia. A saber:
1) Escarrar no passeio é nojento, da mesma forma que, quando se está "indoors" é desagradável sentir os barulhos da gosma dos outros pronta a explodir.
2) Na rua também se atravessa pela esquerda, assim como nas passadeiras e escadas rolantes, sem entupir a passagem dos outros e sem encontrões nem sacos a bater nas pernas.
3) Poluição sonora é evitável. Nesta categoria incluem-se as pessoas que berram ao telemóvel e as que (des)conversam aos gritos incomodando os outros passageiros (excluem-se as crianças a sair em bando da escola, mas só até ao secundário).
4) Banho é essencial. A lavagem assídua da roupa também. É muito chato ter que levar com o mau odor e a caspa dos outros.
5) Nos transportes quando se abre uma porta primeiro saiem os passageiros que o desejarem e só depois entram os outros que estão estacionados na gare.
6) As unhas dos pés e das mãos cortam-se em casa. Também a maquilhagem se faz na casa de banho assim como a depilação das sobrancelhas. Os macacos deverão permanecer no nariz até estarmos sozinhos.
7) O lixo guarda-se para deitar no próximo caixote. (excepção para as beatas que não se podem guardar no bolso ou na mala, com o risco de se poder comprometer o ponto nº 4).
8) Os transportes públicos não se chamam públicos à toa. O espaço não é todo nosso, senão chamar-se-iam privados.
9) A palavra "outros" aparece em quase todos os pontos. Porque não vivemos sozinhos....

Qual spa, qual carapuça!

Não há melhor exercício para pôr os músculos do corpo todo a mexer que uma boa sessão de sexo. Revitaliza corpo e mente tal como o Red Bull. Além disso, os fluidos sexuais libertam substâncias altamente benéficas para a pele e não existe melhor exfoliante que uma barba rija.
Quais máscaras de argila, banhos de algas, massagens ayurvédicas!... Sexo é bom e recomenda-se.

segunda-feira, abril 11, 2005

Desaparecimento

As ovelhas telecomandadas que andavam sempre ao pé da minha casa desapareceram.
Se alguém tiver alguma pista do seu paradeiro é favor contactar este blog.
Elas são iguais às outras e, por isso, não vos posso ajudar com características particulares que permitam uma identificação mais correcta - género vestiam um fato de treino azul, calçavam havainas, e sofriam de perturbações mentais.
Um dia destes em que esteve mais frio vi um senhora já velhota (uma velha mesmo, deixemo-nos de falsos moralismos, a mulher tava mais com um pé prá cova do que eu com o cabelo liso) que tinha um casaco de lã às costas. Ia jurar que era pura lã, lã virgem, cruelmente retirada de uma das ovelhas desaparecidas. Mas não tinha provas... nada pude fazer. Mas como a mim ninguém me cala virei-me para a velha e disse-lhe: «Não tem vergonha? Vá-se confessar!!».

Verdade, verdadinha, desde esse dia nunca mais fez frio. Das ovelhas...nem sinal. Então já viram lá a minha vida?!

quinta-feira, abril 07, 2005

Em Abril

Abril águas mil ou coadas por um funil.
Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso fazem o ano formoso.
Em Abril vai a velha onde há-de ir e a tua casa vem dormir.
Abril frio e molhado enche o celeiro e farta o gado.
Em Abril dá a velha a filha por pão a quem lha pedir.
Em Abril sai a bicha do covil.
Abril águas mil e em Maio três ou quatro.

Moral da história:
em Abril farta-se de chover mas isso é bom; a velha anda numa azáfama e não tem celeiro nem gado; há que ter cuidado com as bichas senão em Maio já são três ou quatro.

terça-feira, abril 05, 2005

Pequenas manias

Não sei se o mesmo se passa com outras pessoas: eu tenho a mania das listas. Qualquer papel me serve, seja uma folha branca pronta na impressora ou um guardanapo de café. Listas das coisas mais diversas desde tarefas laborais, presentes para oferecer, poupar x para comprar y, listas em que os ítens começam por "arrumar", enfim de tudo um pouco. Escusado será dizer que nunca executo tudo, nem quando vou ao supermercado. Tenho plena consciência de que são tempo perdido, as minhas listas, mas continuo a fazê-las.
Pronto, já confessei uma pequena/grande mania.
Desafio-vos a contar as vossas.

segunda-feira, abril 04, 2005

Os cúmulos da Nicola

Quero conservar a minha primeira gargalhada do dia, como guardei o pacote de açucar que esteve na sua origem.
- Qual é o cúmulo da rebeldia? Morar sozinho e fugir de casa.

Nunca esperou o Bocage por isto, muito menos pelo dia em que um cafézinho haveria de custar uns antigos 120 escudos.

domingo, abril 03, 2005

... Pero que las hay, las hay ...

Para os que pensam que vida extraterrestre só existe em filmes de ficção científica anos 60, saibam que existe no nosso planeta um radiotelescópio gigante esperando há várias décadas pela prova da existência dos homenzinhos verdes. Fica em Arecibo, Puerto Rico; com cerca de 38.000 painéis dispostos de forma a conseguir uma curvatura esférica, é conhecido pela grande "orelha" do mundo e capta milhões de canais de rádio. Aguarda por uma frequência desconhecida.

Até aqui tudo bem... O que me fascinou foi quando li que existe uma "Declaração de Princípios sobre Actividades Subsequentes à Detecção de Inteligência Extraterrestre" (o nome é magnífico). Foi escrita por uma cambada de cientistas da Academia Internacional de Astronaútica e considera que, quando chegar o ansiado momento, serão organismos internacionais encarregues de dar a resposta terrestre. Os ditos organismos não são especificados...
Imagino num filme surrealista os malucos americanos da Nasa a esfregar as mãos de contentes e a experimentar frases em código filosófico com os marcianos, do género "Penso, logo existo...". Mas também imagino a alegria que vai ser para os radioemissores piratas de todo o mundo, do género tuga da planície a transmitir: "Epá, mas o que é que vocês vêm para cá fazer?, aqui há menos água que em Marte, só os barris de cerveja é que ainda mantêm a pressão..."

sábado, abril 02, 2005

.......

E pronto, cumpriu-se a vontade de Deus em relação ao papa eslavo e primeiro polaco na história do Vaticano. Considerado por muitos como subversivo, foi o único a conseguir pisar as terras de Fidel, onde beijou o solo, como sempre fazia cada vez que chegava aos 129 países que visitou, e conseguiu transmitir ao povo mensagens de liberdade.
Karol Wojtyla morreu. Vou almoçar.

sexta-feira, abril 01, 2005

A luta verdadeiramente cruel entre o meu umbigo e o Papa

Nem o Papa morre nem a gente almoça. É um pensamento infeliz, mas infelizmente ( e passo a redundância) é o que hoje milhares de jornalistas da imprensa escrita espalhados por todo o mundo pensam a todo o momento.
A verdade é cruel, mas se o Papa morrer ainda hoje, que morra a uma hora decente para termos tempo de escrever as notícias que temos previstas para um espaço total de oito páginas a tempo do dito ir para a gráfica e consequentemente para as bancas. Chocados, não?! Mas é a verdade e a hipocrisia é a pior de todas as mentiras.
Dei conta desta frieza que inatamente e no calor da nossa profissão nos engole quando ontem, já passada a hora do jornal ter de seguir para impressão, mas ainda a aguentá-lo para conseguir pôr as últimas notícias vindas do Vaticano, de olhos colados na CNN, soltei um grito do género: “Porra, o homem nunca mais morre!”.
Perdoem-me os católicos e não católicos, o Papa que me perdoe. Aliás, todos os sinistrados por quem já dei um “viva”, que me perdoem.
Quantas vezes, na calmaria dos meses de Agosto em que nada noticioso acontece, damos pulos de alegria na redacção porque um acidente matou seis ou sete pessoas. Naqueles breves instantes a morte de uns significa para nós a noção de dever cumprido, onde o nosso umbiguinho verdadeiramente egoísta nos diz sem cerimónias ao ouvido: “Morreram pessoas, mas tens a abertura de secção safa”.
Hoje, só para que saibam, estamos a fazer dois jornais em paralelo. Se o Papa morrer sai um, se não morrer avança o outro.
E por isso mesmo, estes são sempre dias difíceis, dias em que nos debruçamos a trabalhar sobre uma morte que ainda nem sequer se deu, como se a desejássemos. Como agentes funerários a esfregar as mãos e a tirar já as medidas para fazer um caixão.
Perdoem-me.

quarta-feira, março 30, 2005

O Criador errou...e de que maneira!!

As unhas dos pés não servem absolutamente para nada, a não ser para nos chatear a cabeça porque de quando em quando temos de cortá-las.
Termos unhas nas mãos ainda entendo. Dão jeito quando estamos nervosos e batemos com elas na mesa, quando queremos irritar alguém raspando-as lentamente num quadro, dão jeito para roer, para tirar macacos do nariz, um bocado de carne picada do dente molar inferior, são essenciais para nos coçarmos, para espremer pontos negros ao namorado...enfim, já estou a ficar enojada e por isso vou parar por aqui.
Agora, as unhas dos pés servem para quê?! Para encravar? Ok, há algum tempo parece que serviam para lavrar a terra enquanto os carrapatos iam levando a sua vidinha atrás das orelhas. Mas hoje em dia não servem absolutamente para nada. Aliás...servem para uma coisa, lembrei-me agora: para pintar, isso, servem apenas para levar com uns vernizes em cima para nos tentarmos esquecer desse engano claro do Criador. Errou...ah errou, e de que maneira!!

segunda-feira, março 28, 2005

Os mais longos doze minutos de sempre

Doze minutos! Doze minutos é o tempo que duram os intervalos dos programas da TVI durante o horário nobre. Doze minutos! 720 segundos! Sim, é verdade, contei, e depois?!
Estamos a ver um filme, né? É intervalo, começam os anúncios e levamos com eles, uns atrás dos outros, durante doze longos minutos. Quando o filme retoma já nem nos lembramos onde é que a história ia. Pelo menos comigo passa-se isso, embora eu seja suspeita porque sofro daquilo que se chama de falta de memória a médio prazo. (coisas dos tempos modernos)
Doze minutos é o limite máximo imposto pela lei para a passagem seguida de publicidade. A TVI gasta-os sovinamente até ao fim. E quando acabam os doze minutos, quando o ponteiro dos segundos passa pela última vez no último 60, TUNGA, promoção interna: amanhã veja isto, hoje não pode perder aquilo, ontem foi pena não ter visto aquel’outro...enfim.
Eu sei que o Moniz está em convalescença depois de ter sido operado a uma perna na Clínica de Santo António (o que uma pessoa sabe quando vê televisão durante a semana!!), mas se estiver a ler este blog, Moniz dê-me ouvidos, por favor. É preferível partir o filme em mais pedaços e os intervalos serem mais pequenitos, para eu conseguir seguir o fio à meada. Faça isso, faça! Mesmo que em todos os intervalos apareça o novo anúncio da Moviflor ou aquele das mulheres que cantam pelo campo porque têm um detergente que põe a roupa toda branquinha, eu não me importo, a sério!

Nosso senhor ressuscitou

Nosso Senhor ressuscitou e eu também. Depois de uma semana em hibernação (completa vegetação, diga-se de passagem) regressei às bloguices e às outras coisas que fazem parte da minha chamada vida activa.
Durante o período de retiro foi impossível fugir ao entretenimento fácil da nossa televisão. Fiquei chocada com a programação durante o dia inteiro nos quatro canais nacionais (sim, não tenho Tv Cabo). Muito mau!! Agora percebo porque é que há tantos reformados a ver as obras, porque é que as velhas enchem os centros de saúde, e porque muitos se sentam nas estações a ver os comboios passar. Com esta televisão, tudo é melhor do que estar em casa. Viva a rádio!

sexta-feira, março 25, 2005

Vou-m'embora, vou partir mas tenho esperança

Vivam as férias!
Vou rumar a Sul à Ria Formosa.
Quero sol, sossego, leituras, braçadas na piscina e brincadeiras com a sobrinha.
Regresso em Abril com novos posts a pesar na bagagem.
Até lá ficam muitíssimo bem entregues à Ana. Prevejo boas risadas.

terça-feira, março 22, 2005

O Maxim's não é o maximus

Por vezes há noites assim e acabamos por ir parar a uma festa ao engano. Não foi o caso do jantar do aniversariante prata da casa, a tua festa foi muito agradável! Foi mais tarde, bem mais tarde. Lá me contaram que o cubo de vidro à beira rio estava encerrado para obras e logo o imaginei partido à martelada, tornado rectângulo, pirâmide. E que nessa noite se iria transferir para outro palco ali à Praça da Alegria. Foi quando me encontrei à porta do Maxim's. Espaço este mais conhecido por ser uma bôite isto dizendo à antiga, um bar de strip para dizer à moderna ou uma casa de putedo dizendo à de sempre. A porta era flanqueada por um enorme russo vestido de cabedal com ar ameaçador e que só por se ir lá fora pespegava carimbos ferozmente. O que à partida poderia parecer uma má ideia, revelou-se tão boa como outra qualquer: a população dançante habitué do cubo de vidro e suas margens estava tão bem ali como estaria bem também em qualquer rua de Freixo de Espada à Cinta, tão arregalada e acelerada como até aqui. Todo o cenário parecia retirado de um filme tiro no pé: as bolas de espelhos, as cortinas prateadas, as mesas "privadas" de sofás corridos em veludo vermelho. O restante staff fingia não perceber o português, mas percebia bem de fazer contas em Euros; os copos de água eram recusados no bar (eu lá manifestei estranheza e uma loura deu-me água mas não se livrou de um rude raspanete em moldavo) ; as empregadas tinham o ar de quem está a fazer uma perninha no bar depois de ter despido uma perninha sem calças no palco. Tudo isto era muito engraçado, mas acredito que o Maxim's será bem melhor na sua programação habitual.

domingo, março 20, 2005

Às voltas com o gajo-que-é-gajo-vai-à-bola-mas-sempre-com-a-nova-colecção

Então não é que no outro dia descobri que existem catálogos das colecções de Primavera/Verão e Outono/Inverno de vários clubes de futebol? E não é que há centenas de gajos a encomendar esses catálogos para, depois, com uma canetinha na mão, irem anotando as camisolinhas, os bonés e as meinhas que gostam mais? Tudo bem que estamos a falar de futebol (cena de gajo), mas esta coisa dos catálogos, verdade seja dita, é um bocado amaricada.
E depois há outra coisa que eu não entendo (corrijam-me mulheres se acham que eu estou errada). Que graça tem escolher entre um equipamento de futebol de Verão e um de Inverno? No de Inverno a golinha é mais chegada? Os calções de Verão são bem mais curtinhos? Jesus Christ!! Nem quero pensar nas meias (haverá soquetes?). Uma paneleirice pegada! E já estou a ver os machos no estádio a fazer comentários do género: "Já viste aquele gajo? Vem com a camisola da colecção passada! Arghhh!". Há coisas que não se explicam. Nem vou pensar mais no assunto, não vá o meu parceiro ter-se também lembrado de encomendar um desses catálogos.

sábado, março 19, 2005

« EM TODOS OS JARDINS

Em todos os jardins hei-he florir,
Em todos beberei a lua cheia,
Quando enfim no meu fim eu possuir
Todas as praias onde o mar ondeia.

Um dia serei eu o mar e a areia,
A tudo quanto existe me hei-de unir,
E o meu sangue arrasta em cada veia
Esse abraço que um dia se há-de abrir.

Então receberei no meu desejo
Todo o fogo que habita na floresta
Conhecido por mim como num beijo.

Então serei o ritmo das paisagens,
A secreta abundância dessa festa
Que eu via prometida nas imagens. »

Sophia de Mello Breyner Andresen
1944

sexta-feira, março 18, 2005

Alterações climáticas e pessoais

Toda esta conjuntura começa a assustar-me de verdade. Tivemos um Inverno que nem deu para uma única vez lavar o carro com a chuva. Os incêndios, que costumam fazer más visitas nos meses quentes de Verão, já estão a chatear-nos desde Fevereiro. E agora a pior. A Primavera não vai chegar a Portugal dia 21 (Dia da Árvore) como habitualmente, mas sim domingo, dia 20, às 12h34, informou hoje o Observatório Astronómino de Lisboa. Depois, no último domingo deste mês vamos adiantar os relógios 60 minutos, para entrarmos na hora de Verão. Isto não é de loucos? Não tivemos Inverno, a Primavera chega quando lhe apetece(vejam bem, um dia mais cedo!)e ainda este mês já vamos andar com as horas de Verão. Socorro!! Tirem-me daqui....

Quem me empresta uma ideia?

Pode ser uma ideia breve assim como eu gosto dos ovos mal mexidos e mal passados.
Uma ideia encorpada assim como eu gosto do vinho bom tinto e com final persistente.
Uma ideia banal assim como eu gosto quando começa a despontar a Primavera.
Uma ideia qualquer assim como eu gosto de ti e ainda nem me apercebi.

quarta-feira, março 16, 2005

O tamanho interessa...e de que maneira

Farto-me de ouvir dizer que o tamanho não interessa. E até hoje até pensava assim, ou seja, que realmente o tamanho não interessa. É mentira. O meu sobrinho tem três anos, foi hoje ao médico, e anunciou todo contente à família inteira (naquele dialecto que só a família quase inteira entende) que atingiu um metro de altura.
Pois é. O meu sobrinho mede exactamente um metro e até estou a pensar fazer um almoço especial para comemorarmos essa meta. Quem de nós se lembra dos dias em que medíamos um metro (tirando a Maria Brazão)? Ninguém!!
A partir de hoje não me venham dizer que o tamanho não interessa que a tia responde logo babadíssima: «Isso é porque não tens um sobrinho que atingiu um metro de altura!!» Sem tirar, nem pôr. É bonito.

segunda-feira, março 14, 2005

Importam-se de me deixar ter filhos quando eu bem quiser?

Ai, ai! A fasquia está cada vez mais baixa. Segundo Miguel Oliveira e Silva, ginecologista do Hospital Santa Maria, uma mulher que tenha o primeiro filho
depois dos 28 anos tem um risco aumentado de vir a sofrer de cancro da
mama.
Tudo bem, os motivos estão ainda por esclarecer, mas caramba...28 anos!? Quando era mais nova ouvia dizer que era bom ter filhos antes dos 40. Já no mercado de trabalho percebi que o ideal era não passar dos 35 anos. Agora já vai nos 28. Qualquer dia estão a dizer que o mais seguro é ter filhos aos 15 com o benefício de não termos de comprar brinquedos para os putos porque podem brincar com os nossos.
Bem, pelo sim pelo não, acho que vou ter de "falar" hoje com o meu parceiro.